Caio César Muniz

Caio César Muniz – Eu, marginal!

Calma, minha alma bandida é só poética, nunca matei ninguém, já cometi pecados condenáveis e me arrependo de tudo que o fiz e pelas decepções que porventura tenha causado. Mas não é disto que quero falar. A começar pela minha aldeia, não…

O papel do papel – Caio César Muniz

Sou da geração que esperava o jornal caído no muro, muitas vezes molhado pelo orvalho da manhã, outras vezes servido como um quebra-cabeças devido à traquinagem do cachorro. O certo é que o ritual era: acordar, abrir a porta e procurar o…

Os fantasmas da Academia

Ainda ecoa por aí a minha derrota à Academia Mossoroense de Letras (AMOL), página que eu quero que fique adormecida no passado para sempre. Peço ainda a amigos próximos, esposa, filhos, parentes e aderentes que, se em algum dia, eu inventar…

A casa de Jeremias

“Se você me perguntar Por onde andei No tempo em que você sonhava, De olhos abertos lhe direi, Amigo, eu me desesperava”. (Belchior) O jornalismo que habita em mim, saúda o jornalismo que habita em você. A casa…