Trump diz que vai mudar nome do Golfo do México para ‘Golfo da América’ e ameaça retomar Canal do Panamá com uso da força

 

Trump diz que vai mudar nome do Golfo do México para ‘Golfo da América’ e ameaça retomar Canal do Panamá com uso da força

Republicano diz que quer controlar a Groenlândia, que atualmente é administrada pela Dinamarca, e insinuou que o Canadá deveria ser incorporado aos EUA. Afirmações foram feitas durante coletiva de imprensa, nesta terça-feira (7).

Por Redação g1

 

07/01/2025 13h58 Atualizado há 14 minutos

 

Trump diz que vai mudar nome do Golfo do México para ‘Golfo da América’

 

A duas semanas da posse, o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (7) que vai mudar o nome do Golfo do México para “Golfo da América”. Durante coletiva em Mar-a-Lago, o republicano não descartou o uso militar para tomar o controle do Canal do Panamá ou da Groenlândia. Ele também sugeriu anexar o Canadá.

 

“Nós vamos mudar o nome do Golfo do México para ‘Golfo da América’, que nome bonito. É apropriado porque o México tem um déficit enorme com a gente, e nós fazemos todo o trabalho lá”, afirmou Trump. “América” é o jeito como os norte-americanos se referem aos EUA.

Ainda não está claro o que Trump pretende com a fala nem como ocorreria a mudança de nome. Também não ficou claro se a medida seria uma referência ao controle da região.

 

O Golfo do México é o maior golfo do mundo, sendo cercado por terras da América do Norte e da América Central. A região tem uma superfície de aproximadamente 1,55 milhão km², e seu subsolo é rico em petróleo. Além dos EUA, o golfo banha o México e Cuba.

 

O republicano reiterou que aplicará “tarifas pesadas” para o México e o Canadá, alegando ser para compensar pelo alto fluxo de drogas entrando nos EUA.

 

Em relação ao Canadá, Trump sugeriu que o país fosse incorporado aos Estados Unidos, se tornando o 51º estado norte-americano. O presidente eleito disse ainda que poderia usar “força econômica” para uma fusão entre os dois países.

 

“Você se livra da linha traçada artificialmente e observa como ela fica… e também seria uma segurança financeira muito melhor”, disse.

Segundo o presidente eleito, os Estados Unidos gastam demais para defender o Canadá e defendeu que o país deixe de comprar madeira ou carros canadenses, já que “não precisa” dos produtos do vizinho

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