Reflexões Teológicas – Ricardo Alfredo

AS TEMPESTADES

“Quanto maior forem as tempestades, mais profundas e fixas estão as raízes, dos que teme ao Senhor”. (Escritor: Ricardo Alfredo)

A RELIGIÃO E A LEI – Constituição Federal brasileira

O Brasil tem normas jurídicas que visam punir a intolerância religiosa. No Brasil, a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, alterada pela Lei nº 9.459, de 15 de maio de 1997, considera crime a prática de discriminação ou preconceito contra religiões.

Já o artigo 5º, em seu sexto inciso, afirma que: “Inciso VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias. ”

Portanto, a liberdade religiosa é garantida pela Constituição de 1988 e está descrita no artigo 5º, que possui 77 incisos sobre os direitos fundamentais garantidos aos cidadãos. Esse direito é relevante a todos no país, tanto para aqueles que possuem uma religião e exercem sua crença, quanto para os que não têm religião.

AVISO DO APÓSTOLO PAULO

“Porque já o ministério da injustiça opera; há somente um que agora o retém até que do meio seja tirado; E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira; E com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem. E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam na mentira; para que sejam julgados todos os que não creram na verdade, antes tiveram prazer na iniquidade. ” (2 Tessalonicenses 2:7-12).

AVISOS AOS LÍDERES RELIGIOSOS, AOS POLÍTICOS, AOS MAGISTRADOS, E A QUALQUER UM QUE ESTEJA EXERCENDO CARGO PÚBLICO OU PRIVADO.

É inegável que essa geração vem provocando a ira de Deus dia a dia. E que, notadamente, tem prazer na prática do mal. E vem retirando os marcos, e substituindo por ideias que afrontam o criador.

Por esse motivo, estamos sendo afligidos de forma violenta e planetária. Todavia, eis as orientações contra as injustiças e a prática do mal.

Conselho:

“Não pervertam a justiça nem mostrem parcialidade. Não aceitem suborno, pois o suborno cega até os sábios e prejudica a causa dos justos”. (Deuteronômio 16:19)

“Neste assunto, ninguém prejudique seu irmão nem dele se aproveite. O Senhor castigará todas essas práticas, como já dissemos e asseguramos”. (1 Tessalonicenses 4:6)

Aviso:

“Tu não és um Deus que tenha prazer na injustiça; contigo o mal não pode habitar”. (Salmos 5:4)

“Não se envolva em falsas acusações nem condene à morte o inocente e o justo, porque não absolverei o culpado”. (Êxodo 23:7)

“É melhor ter pouco com retidão do que muito com injustiça”. (Provérbios 16:8)

“O Senhor repudia balanças desonestas, mas os pesos exatos lhe dão prazer”. (Provérbios 11:1)

A relação entre a justiça e a injustiça na eternidade:

“Deus “retribuirá a cada um conforme o seu procedimento”. Ele dará vida eterna aos que, persistindo em fazer o bem, buscam glória, honra e imortalidade. Mas haverá ira e indignação para os que são egoístas, que rejeitam a verdade e seguem a injustiça”. (Romanos 2:6-8)

Semeadura:

“Quem cometer injustiça receberá de volta injustiça, e não haverá exceção para ninguém”. (Colossenses 3:25)

“Quem semeia a injustiça colhe a maldade; o castigo da sua arrogância será completo”. (Provérbios 22:8)

“Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem”. (Romanos 12:21)

Aviso às autoridades:

“Não cometam injustiça num julgamento; não favoreçam os pobres nem procurem agradar os grandes, mas julguem o seu próximo com justiça”. (Levítico 19:15)

A testemunha falsa não ficará sem castigo, e aquele que despeja mentiras não sairá livre”. (Provérbios 19:5)

“Os justos detestam os desonestos, já os ímpios detestam os íntegros”. (Provérbios 29:27)

Clamor:

“Faze-me justiça, ó Deus, e defende a minha causa contra um povo infiel; livra-me dos homens traidores e perversos”. (Salmos 43:1)

“No meio dela está o Senhor, que é justo e jamais comete injustiça. A cada manhã ele ministra a sua justiça, e a cada novo dia ele não falha, mas o injusto não se envergonha da sua injustiça”. (Sofonias 3:5)

“O jejum que desejo não é este: soltar as correntes da injustiça, desatar as cordas do jugo, pôr em liberdade os oprimidos e romper todo jugo? ” (Isaías 58:6)

Portanto, a ira de Deus é revelada dos céus contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça, ” (Romanos 1:18)

“Não ofereçam os membros do corpo de vocês ao pecado, como instrumentos de injustiça; antes ofereçam-se a Deus como quem voltou da morte para a vida; e ofereçam os membros do corpo de vocês a ele, como instrumentos de justiça”. (Romanos 6:13)

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça. ” (1 João 1:9)

Andar em retidão:

“Aquele que anda corretamente e fala o que é reto, que recusa o lucro injusto, cuja mão não aceita suborno, que tapa os ouvidos para as tramas de assassinatos e fecha os olhos para não contemplar o mal, é esse o homem que habitará nas alturas; seu refúgio será a fortaleza das rochas; terá suprimento de pão e água não lhe faltará”. (Isaías 33:15-16)

“O homem que obtém riquezas por meios injustos é como a perdiz que choca ovos que não pôs. Quando a metade da sua vida tiver passado, elas o abandonarão, e, no final, ele se revelará um tolo”. (Jeremias 17:11)

“O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade”. (1 Coríntios 13:6).

Deste modo, é importante que na vida sigamos as orientações da sabedoria expressão no sagrado livro, a Bíblia, a mesmas foram dadas pelo rei universal há quem desejar receber. E assim teremos uma vida mais frutífera, cheia de paz e feliz.

POLÍTICA

“Os políticos não conhecem nem o ódio, nem o amor. São conduzidos pelo interesse e não pelo sentimento”. (Philip Chesterfield)

VERDADES ETERNAS

“Um coração bom e justo, agrada a Deus. ” (Escritor e Teólogo Ricardo Alfredo)

VERDADES – O maior

A você que perguntou! Como alguém, que muito se preparou na vida pode acreditar num Deus criador e soberano? Eis a resposta do meu coração.

O maior…

Maior que o universo…

Maior que as provações…

Maior que as dores da vida…

Maior que a necessidade humana…

Maior que os astros criados…

Maior em generosidade…

Maior em amor…

Maior que a morte…

Maior que o império do mal…

Maior que os maiores da humanidade…

Maior em virtude…

Maior que a vida…

Maior em verdade…

Maior em misericórdia…

Maior que os anjos…

Maior que os arcanjos…

Maior que os querubins…

Maior que os serafins…

Maior em sabedoria…

Maior em compaixão…

O maior dos maiores, seu nome é: JESUS de Nazaré.

A RESPONSABILIDADE DO SEU VOTO

Eu sei que muitos ao lerem estas orientações, faram várias observações. Uma delas, que espero, é a nossa primeira orientação que é: Ore antes de escolher seu candidato. Claro que, os que si mesmo se classificam como sábio e doutos, lançaram suas flechas com violência. Entretanto, a violência da flecha, dignifica o alvo.

Mesmo sabendo que tudo concorre para o bem, e que a dualidade não existe no universo, tendo apenas um supremo Rei e Juiz, que determina ou permite que possamos escolher o rumo que desejamos nas nossas existências, é necessário que, dentro do livre arbítrio, possamos dar um rumo justo e de bem comum para todos que vivem embaixo das leis que regulam e orientam a vida em sociedade.

As sagradas letras é um livro ímpar, pois ela instrui o caminho do reino de Deus, porém, não esquece, que há no mundo os governos e as políticas. E diante deste fato, a Bíblia, livro de orientação de regras e doutrinas do reino, nos ensina muito sobre cidadania e a justiça.

Baseado nas sagradas letras, a Bíblia, eis algumas recomendações do sagrado livro na escolha um candidato:

a) faça um levantamento da história de vida do seu candidato;

b) descubra se ele ou ela é um bom filho ou filha. Normalmente, quando é bom para os pais é bom para sociedade;

c) analise as propostas do seu candidato para a sua comunidade e para a sociedade;

d) verifique se ele ou ela tem preparo intelectual, moral e espiritual para a função do cargo que se candidata;

e) procure saber quais são os princípios ou pilares sociais que seu candidato defende;

f) verifique sua história familiar. Como a família é a celular mater da sociedade, analise como o seu candidato ver a família na sociedade;

g) analise o programa de partido que seu candidato defende. E se o mesmo se encaixa com suas ideias;

h) busque compreender quais são as alianças políticas que seu candidato tem;

i) descubra a opinião de seu candidato em relação a assuntos polêmicos como aborto, prisão em segunda instancia e outros;

Já em relação a atitude pessoal, ou seja, do eleitor, próximo, dento ou fora do período eleitoral, o comportamento correto nas eleições é:

a) não vote em branco, nulo ou incentive a votarem;

b) em nenhuma hipótese troque seu voto em favores, ou venda;

c) sua escolha não deve ser baseada em amizade ou mesmo familiar, escolha por proposta e por competência;

d) não vote porque apenas porque é um evangélico ou irmão. Vote consciente em candidato que tenha uma história de luta pela sociedade.

E diante destas afirmativas, jamais esqueçamos que a responsabilidade é individual e ao mesmo tempo coletiva, pois quando escolhemos um candidato, estamos mostrando, publicamente, por onde queremos que a cidade, o estado e a nação caminhem e quais sejam seus propósitos sociais.

Deus tem um propósito quando estabeleceu liderança e instituiu a formação do estado e das autoridades na consciência humana. Não existe dúvida acerca deste tema, visto que o próprio apóstolo Paulo, inspirando pelo Espirito Santo, escreveu uma epístola aos romanos, onde ele expõe sobre a instituição, a legitimidade e a atuação das autoridades políticas, ao comentar que os governantes e as autoridades (vereadores, deputados, senadores, ministros e as demais autoridades), são servidores da vontade de Deus. E todos recebem no coração a missão de promover o bem e reprimir o mal. Visto que, são compelidos a aplicar a reta justiça, dando aos bons a justa recompensa e punidos os que praticam o mal. “Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas. Portanto, aquele que se rebela contra a autoridade está se colocando contra o que Deus instituiu, e aqueles que assim procedem trazem condenação sobre si mesmos. Pois os governantes não devem ser temidos, a não ser pelos que praticam o mal. Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o enaltecerá”. (Romanos 13:1-3); na

mesma linha de pensamento vem o apóstolo Pedro, afirmado: “seja aos governantes, como por ele enviados para punir os que praticam o mal e honrar os que praticam o bem”. (1 Pedro 2:14).

O salvador (Jesus Cristo), indicou a legitimidade da autoridade política de Pôncio Pilatos, governador da Judeia, ao afirmar: “Nenhum poder terias contra mim, se de cima não te fosse dado” (João 19:11).

Já no velho testamento, que é mais clássico e dogmático. Indica que as autoridades são colocadas e retiradas por Deus. Como afirma o profeta Daniel: “Ele muda as épocas e as estações; destrona reis e os estabelece. Dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos que sabem discernir”. (Daniel 2:21).

Portanto, é importante saber que há um projeto de vida, para todos os seres humanos, e que ninguém, em tempo algum, esteve aqui por acaso. Entretanto, a todos, é dado o livre arbítrio de fazer o bem ou mal, e responder, diante dos homens ou diante do trono de Deus.

A omissão está dentro destes grandes defeitos humanos, pois ela, atinge quem não tem voz, riquezas e nem direitos sociais. Os quais foram tirados, com se arranca uma árvore pela raiz e deixa secado ao vento. Todavia, no primeiro sinal de chuva, suas raízes voltam a vida. E estar começando a chover de novo. E nisso estar, o livre arbítrio.

Aqui cabe a última pergunta, como deve ser tratada a política, pelos bons homens que teme a Deus? A resposta é simples, ética na política, e para tê-la é preciso conhecer alguns comportamentos que são indispensáveis a quem teme a Deus, que são:

a) a responsabilidade de orar e respeitar as autoridades constituídas, para que elas desempenhem o papel para qual foram convocadas. Quando as autoridades realizam corretamente o que delas se espera, o povo pode desfrutar de uma vida social tranquila e mais equilibrada. Diz apóstolo Paulo: “Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ação de graças por todos os homens; pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranquila e pacífica, com toda a piedade e dignidade”. (1 Timóteo 2:1,2).

b) O bom cidadão, que é representante do reino de Deus, se submeter às autoridades constituídas, que não ferem os princípios legais e os espirituais que regem a história humana. E Ele deve se apoio social e moral as leis que são justas, boas e coerentes. Assim como, deve também ser cumprindo de suas obrigações tributárias. Como ensinar o evangelho de Mateus……

“Então os fariseus saíram e começaram a planejar um meio de enredá-lo em suas próprias palavras. Enviaram-lhe seus discípulos juntamente com os herodianos que lhe disseram: “Mestre, sabemos que és íntegro e que ensinas o caminho de Deus conforme a verdade. Tu não te deixas influenciar por ninguém, porque não te prendes à aparência dos homens. Dize-nos, pois: Qual é a tua opinião? É certo pagar imposto a César ou não? ” Mas Jesus, percebendo a má intenção deles, perguntou: “Hipócritas! Por que vocês estão me pondo à prova? Mostrem-me a moeda usada para pagar o imposto”. Eles lhe mostraram um denário, e ele lhes perguntou: “De quem é esta imagem e está inscrição? ” “De César”, responderam eles. E ele lhes disse: “Então, dêem a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. (Mateus 22:15-21; e o apóstolo Paulo doutrina, “É por isso também que vocês pagam imposto, pois as autoridades estão a serviço de Deus, sempre dedicadas a esse trabalho. Dêem a cada um o que lhe

é devido: Se imposto, imposto; se tributo, tributo; se temor, temor; se honra, honra”. (Romanos 13:6,7).

c) O bom cidadão deve se contrapor às autoridades quando estas gerem leis contrárias à ética, aos padrões de Deus e que avaliem o mal. Nos seguintes caso: quando o Estado proíbe, o que determina as sagradas letras, ou o estado libera, o que o proíbe as sagradas letras. Sempre tendo numa primeira vista, o que é racional e ético. E assim agir dentro da legalidade e não de forma fanática ou desequilibrada, mais com sabedoria e inteligência é devemos nos opor as tais situações. Visto que, a própria lei doutrina que o estado não é absoluto e soberano em tudo. E para isso temos na lei os pesos e os freios.

Portanto, de forma ordeira, pacifica e legal, é possível se opor aos vigaristas políticos, que tomaram o poder e saquearam os cofres públicos. E para tanto, é necessário que cada cidadão de bem, e consciente no seu dever público que é com o seu próximo, possa ser o sal da terra e a luz neste mundo, que está coberto pelas trevas da ambição, do egoísmo, da arrogância e da falta de amor ao próximo. E como sal da terra, ter o dever de revelar a ideia do reino de Cristo, e assim, lutar por um padrão moral e ético e contra a corrupção, que é ser cidadão do reino de Deus.

PENSAMENTO – ações e omissões

“Responderemos no santo juízo, por todas as ações e pelas omissões”. (Escritor: Ricardo Alfredo)

CCJ APROVA PROJETO QUE AUTORIZA RECEBIMENTOS DE RECEITAS MÉDICAS REMOTAMENTE

 

 

A possibilidade de enviar receitas médicas para as drogarias de forma digital, durante a pandemia, pode se tornar realidade para os potiguares. Isso porque, na reunião ordinária da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), realizada por videoconferência na tarde desta terça-feira (23), os parlamentares aprovaram à unanimidade o trâmite do Projeto de Lei da deputada Eudiane Macedo (Republicanos) que trata da matéria.

A proposta da parlamentar determina que as farmácias e drogarias de todo o Estado deverão receber, em caráter emergencial, as receitas médicas de maneira remota. Os cidadãos poderão enviá-las por e-mail, Whatsapp ou aplicativos disponibilizados pelos estabelecimentos.

Ainda segundo o texto do projeto, essa medida se aplica somente durante a vigência do estado de calamidade pública ou durante as medidas de restrições de atividades no contexto da pandemia do novo coronavírus.

Relator da matéria na comissão, o deputado Francisco do PT esclareceu a dúvida dos seus pares quanto às receitas dos remédios ditos “controlados” ou “tarja preta”.

“O texto engloba todos os tipos de receitas, incluindo as de medicamentos de controle especial. Nesse caso, será exigida a assinatura eletrônica do médico, gerada por meio de certificados e chaves emitidos pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP. Além disso, a receita original deverá ser recolhida quando da entrega do medicamento”, explicou.

Participaram da reunião os deputados Kleber Rodrigues (PL), Francisco do PT, Cristiane Dantas (SDD), Coronel Azevedo (PSC), Hermano Morais (PSB) e George Soares (PL). (Fonte: AL-RN)

POLÍTICA

Encontrou-se, em boa política, o segredo de fazer morrer de fome aqueles que, cultivando a terra, fazem viver os outros. (Voltaire)

AMOL – Sede provisória da Academia Mossoroense de Letras

 

 

Sede provisória da Academia Mossoroense de Letras – AMOL, no prédio da Biblioteca Municipal Ney Pontes Duarte, na Praça da Redenção Jornalista Dorian Jorge Freire, 17 – Centro da Cidade.

POLÍTICA

A política é quase tão excitante como a guerra e não menos perigosa. Na guerra a pessoa só pode ser morta uma vez, mas na política diversas vezes. (Winston Churchill)

A VIDA…

“Eu sei quanta tristeza eu tive. Mas mesmo assim se vive Morrendo aos poucos por amor”. (Roberto Carlos)

DIAS PARA REFLETIR OS RUMOS DA RELIGIÃO.

 

 

TSE inicia debate sobre a possibilidade de reconhecer abuso de poder religioso

Relator propõe que a autoridade religiosa seja compreendida dentro do conceito de autoridade em casos de abuso de poder

Um pedido de vista do ministro Tarcísio Vieira de Carvalho Neto suspendeu o julgamento de um recurso que discute a cassação do mandato da vereadora Valdirene Tavares dos Santos, eleita em 2016 no município de Luziânia (GO) e acusada de praticar abuso de poder religioso durante a campanha.

Até o momento, o relator do caso, ministro Edson Fachin, e o ministro Alexandre de Moraes votaram pela não cassação do mandato, conforme pedido no recurso. Apesar disso, o relator ressaltou a necessidade de separação e independência entre Estado e religião para garantir ao cidadão autonomia para escolher seus representantes políticos.

Ao final de seu voto, o ministro Fachin propôs ao Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que, a partir das Eleições de 2020, seja possível incluir a investigação do abuso de poder de autoridade religiosa no âmbito das Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aijes).

A acusação

De acordo com a acusação do Ministério Público Eleitoral (MPE), houve abuso de poder religioso de Valdirene Tavares, uma vez que a então candidata teria se reunido na catedral da Assembleia de Deus, localizada na cidade, para pedir votos aos membros da congregação.

A reunião com pastores de outras filiais foi convocada pelo pai da candidata, Sebastião Tavares – pastor e dirigente da igreja no município –, e agrupou exclusivamente o público jovem masculino. Para o Ministério Público, a candidata utilizou de sua condição de autoridade religiosa – uma vez que também atuava como pastora – para influenciar a escolha dos eleitores e intervir no direito constitucional da liberdade de voto.

Voto do relator

Em seu voto, o ministro Edson Fachin destacou que a missão da Justiça Eleitoral é zelar e proteger a legitimidade do voto e, em última análise, impedir que qualquer força política possa coagir moral ou espiritualmente os cidadãos, de forma a garantir a plena liberdade de consciência dos protagonistas do pleito.

Nesse sentido, ele afirmou que “a imposição de limites às atividades eclesiásticas representa uma medida necessária à proteção da liberdade de voto e da própria legitimidade do processo eleitoral, dada a ascendência incorporada pelos expoentes das igrejas em setores específicos da comunidade”.

O ministro citou jurisprudências internacionais sobre o tema e também princípios constitucionais que garantem a pluralidade política e a liberdade religiosa.

Fachin destacou que é proibida a realização de proselitismo político no interior de templos de qualquer culto, conforme determina a Lei das Eleições (artigo 37, parágrafo 4º, da Lei nº 9.504/1997). Sendo assim, afirmou que a exploração política da fé religiosa encontra obstáculo tanto no âmbito da regulação publicitária (artigo 242 do Código Eleitoral) como na regra que trata da anulação de eleições viciadas pela captação ilícita de votos, “conceito que engloba, por expressa remissão legislativa, a interferência do poder (econômico e de autoridade) em desfavor da liberdade do voto (artigo 237 do Código Eleitoral)”.

Caso concreto

Apesar de sua tese sobre a necessidade de a Justiça Eleitoral impedir o abuso de poder religioso, o ministro concluiu que, no caso concreto, não é possível comprovar tal prática. Isso porque a única prova é um vídeo de menos de três minutos que mostra um único discurso dentro da igreja.

As testemunhas afirmaram que houve a circulação de listas para que os pastores indicassem nomes de membros da igreja que pudessem apoiar a candidatura de Valdirene, mas essa acusação foi descartada exatamente por falta de provas.

“Seja pelo aspecto quantitativo, seja pelo aspecto qualitativo, a solução de cassação não se justifica no caso concreto”, afirmou o relator.

Divergência em parte

O ministro Alexandre de Moraes, por sua vez, concordou que não há provas suficientes para cassar o mandato, mas divergiu do relator no ponto em que trata da investigação da Justiça Eleitoral do abuso religioso. Para ele, não se deve fiscalizar mais nem menos. “Essa tensão existente entre Estado laico e liberdade religiosa, a meu ver, não se coloca na presente hipótese”, disse ele.

De acordo com seu voto, considerando a inviolabilidade de crença, não parece ser possível, em virtude do princípio da legalidade, adotar uma espécie não prevista em lei, que é o abuso de poder religioso, sem que a questão religiosa seja instrumento para se chegar ao abuso de poder econômico.

“Não se pode transformar religiões em movimentos absolutamente neutros sem participação política e sem legítimos interesses políticos na defesa de seus interesses assim como os demais grupos que atuam nas eleições”, disse ele, ao destacar que, se assim o entendesse, a legislação abordaria também o abuso do poder sindical, o abuso do poder empresarial e o abuso do poder corporativo.

“Qualquer atitude abusiva que acabe comprometendo ou gerando abuso de poder político e econômico deve ser sancionada pela legislação eleitoral, nem mais nem menos”, asseverou.

Os demais ministros aguardam a retomada do julgamento com o voto do ministro Tarcisio Vieira de Carvalho Neto. Acesse a íntegra do voto do ministro Edson Fachin. CM/LG, DM / Processo relacionado: Respe 8285 (Fonte: tse.jus.br)

POLÍTICA

“São poucos os políticos que sabem fazer política. Mas, quando um intelectual tenta entrar nesse meio, então é o fim do mundo”. (Jorge Luís Borges)

PENSAMENTO – a grandeza

“Á grandeza de um homem não está em seus títulos, mais em sua bondade, generosidade e misericórdia. ” (Escritor: Ricardo Alfredo)

AT LAST

“Os meus olhos se abriram, e agora posso ver”. (Escritor: Ricardo Alfredo)

POLÍTICA

“O meu ideal político é a democracia, para que todo o homem seja respeitado como indivíduo e nenhum venerado”. (Albert Einstein)

A BUSCA…

“Você precisa de um conforto, um olhar amigo, de paz, do caminho certo, de um milagre, de iluminação, de alivio… vós apresento Cristo, o bom amigo”. (Escritor: Ricardo Alfredo)

AMOL – Academia Mossoroense de Letras

 

As grandes sessões da AMO

 

PRESIDENTES DAS ACADEMIAS DE LETRAS EM MOSSORÓ.

 

 

AMOL – Helder Heronildes da Silva

 

ACJUS- Welington Barreto

LIGA ÁRABE DIZ NA ONU QUE ‘GUERRA RELIGIOSA’ VAI COMEÇAR SE ISRAEL ANEXAR JUDEIA E SAMARIA

Após a reunião do Conselho de Segurança da ONU, os EUA sinalizou apoio à medida israelense, que pretende aplicar soberania a partes da Cisjordânia.

As Nações Unidas (ONU), a União Europeia e a Liga Árabe se uniram na quarta-feira (24) pedindo a Israel que abandone seus planos de anexar partes da Judeia e Samaria, território mais conhecido pela comunidade internacional como Cisjordânia.

“Estamos em um momento divisor de águas”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, durante uma videoconferência do Conselho de Segurança das Nações Unidas. “Se implementada, a anexação constituiria a violação mais grave do direito internacional. Exijo que o governo israelense abandone seus planos de anexação”.

Guterres voltou a sugerir uma solução de dois Estados, tendo Jerusalém como capital de ambos, Palestina e Israel.

O governo de Israel planeja anexar assentamentos judaicos na Cisjordânia e no Vale do Jordão, como parte de uma proposta dos EUA para um acordo de paz entre israelenses e os palestinos.

O plano prevê a criação de um Estado palestino, mas em território reduzido, e sem que os eles tenham sua capital em Jerusalém Oriental. O plano foi totalmente rejeitado pelos palestinos.

Segundo a organização B’Tselem, 65.000 palestinos e cerca de 11.000 colonos israelenses vivem na área.

O secretário-geral da Liga Árabe, Ahmed Aboul Gheit, disse que a anexação “destruirá qualquer perspectiva de paz no futuro” e poderá desencadear “uma guerra religiosa dentro e fora” da região.

“A possível ação do governo israelense de anexar partes do território palestino ocupado constituiria, se implementada, uma séria ameaça à estabilidade regional”, afirmou.

O coordenador da ONU para o Oriente Médio, Nickolay Mladenov, disse que a anexação “pode alterar irrevogavelmente a natureza das relações entre israelenses e palestinos”.

Ele acrescentou: “Corre o risco de comprometer mais de 25 anos de esforços internacionais em apoio a um futuro Estado palestino viável, vivendo em paz, segurança e reconhecimento mútuo com o Estado de Israel”.

Em uma declaração conjunta, membros da União Europeia no Conselho de Segurança alertaram que a anexação prejudicaria seus laços com Israel.

“Atualmente, todos temos um relacionamento próximo com Israel e desejamos continuar trabalhando com Israel de maneira construtiva e abrangente, no espírito da amizade de longa data que nos une. No entanto, seguindo nossas obrigações e responsabilidades sob o direito internacional, a anexação teria consequências para nosso relacionamento com Israel”, afirmou.

Apoio dos EUA a Israel

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, indicou na quarta-feira que Israel tinha aprovação dos Estados Unidos para anexar terras palestinas.

“As decisões sobre estender a soberania dos israelenses a esses locais são decisões que cabem aos israelenses tomar. Estamos conversando com todos os países da região sobre como podemos administrar esse processo para o nosso objetivo de um Estado final”, disse Pompeo à imprensa.

O embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, disse que a palavra correta para os planos de Israel não seria “anexação”, já que o Estado judeu conquistou a Cisjordânia, incluindo Jerusalém Oriental, durante a Guerra dos Seis Dias em 1967.

“Se Israel decidir estender sua soberania, seria feito com relação a áreas sobre as quais sempre manteve uma reivindicação histórica e legítima”, afirmou. “As oposições abraçam uma falsa narrativa palestina, em vez de fazer uma avaliação da verdade histórica e legal”.

Não está claro se Israel seguirá com a anexação em 1º de julho, data em que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu definiu o início do processo. Os EUA aguardam pelo apoio de Benny Gantz e Gabi Ashkenazi, ministros da Defesa e Relações Exteriores, que até agora não deram sinal verde.

Também foi sugerido que o plano poderia avançar em etapas ou se aplicar apenas a um território menor.

O primeiro-ministro da Autoridade Palestina, Mohammed Shtayyeh, disse em um protesto liderado pela Organização para a Libertação da Palestina (OLP) na quarta-feira que não importa se Israel irá anexar uma pequena parte ou toda a Cisjordânia.

“Eles dizem: ‘Se pegarmos um pouco de terra, não tem problema’. Sim, tem problema! Anexação é anexação, não importa seu tamanho. Pequeno ou grande, é um problema para o povo palestino”, disse Shtayyeh. “O vale do Jordão é como Jerusalém”. (Fonte: www.guiame.com.br)

POLÍTICA

“Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem”. (Bertolt Brecht)

AS CANÇÕES ETERNAS

Essa é uma das lindas canções de amor interpretada pelo rei Roberto Carlos. Essa música traduz um sentimento de perda, de amor e de solidão. A frase mais marcante é: acabei com tudo, escapei com vida, tive a roupas e os sonhos rasgados na saída. A vida nos ensina, muito.

Fera Ferida – Roberto Carlos

Acabei com tudo

Escapei com vida

Tive as roupas e os sonhos

Rasgados na minha saída

Mas saí ferido

Sufocando meu gemido

Fui o alvo perfeito

Muitas vezes no peito atingido

Animal arisco

Domesticado esquece o risco

Me deixei enganar

E até me levar por você

Eu sei quanta tristeza eu tive

Mas mesmo assim se vive

Morrendo aos poucos por amor

Eu sei, o coração perdoa

Mas não esquece à toa

E eu não me esqueci

Não vou mudar

Esse caso não tem solução

Sou fera ferida

No corpo, na alma e no coração

Não vou mudar

Esse caso não tem solução

Sou fera ferida

No corpo, na alma e no coração

Eu andei demais

Não olhei pra trás

Era solto em meus passos

Bicho livre, sem rumo, sem laços

Me senti sozinho

Tropeçando em meu caminho

À procura de abrigo

Uma ajuda, um lugar, um amigo

Animal ferido

Por instinto decidido

Os meus rastros desfiz

Tentativa infeliz de esquecer

Eu sei que flores existiram

Mas que não resistiram

A vendavais constantes

Eu sei que as cicatrizes falam

Mas as palavras calam

O que eu não me esqueci

Não vou mudar

Esse caso não tem solução

Sou fera ferida

No corpo, na alma e no coração

Não vou mudar

Esse caso não tem solução

Sou fera ferida

No corpo, na alma e no coração

Sou fera ferida

No corpo, na alma e no coração

Sou fera ferida

No corpo, na alma e no coração

MEU EU…

“Você jamais vai entender o amor que lhe dei…”

MOMENTO POÉTICO

O que é o amor?

Apoio nos momentos difíceis;

Verdade, dita com compaixão;

Alegria, trazida a vida;

Sonhos, que se tornam realidade;

Almas, que se encontram;

Gratidão no olhar;

Mãos que erguem, nos dias de dúvidas;

Capacidade de ver o que ninguém mais ver;

Força, quando estamos fracos;

Voz, quando não podemos falar;

Olhos, quando não podemos ver;

Fé, quando não acreditamos mais;

Porto seguro, em dias de tempestade;

Caminho de luz na escuridão;

Renovo da vida. (Escritor: Ricardo Alfredo)

PENSAMENTO – estranho amor

“Não existe nada mais estranho do que o amor. Em algum momento da vida, tentamos deixar de amar, e quase sempre, não se consegue. ” (Escritor: Ricardo Alfredo)

MÚSICA GOSPEL – AS MAIS BELAS CANÇÕES CRISTÃS

O Semeador e O Ceifeiro – Ozeias de Paula

Semeei a semente, sim na primavera

Reguei-a com lágrima, choro e dor

Mas outro talvez ceifará o fruto

Trazendo com gozo ao Senhor

Vez após vez a minha alma sente

Angústia e choro do semeador

Mas o que semeia tanto quanto o que ceifa

Terão recompensa das mãos do Senhor

O ceifeiro recolhe com gozo os frutos

Nem sempre sabendo a dor que custou

Para quem trabalhou tanto com sol ou chuva

E com paciência a semente plantou

Vez após vez a minha alma sente

Angústia e choro do semeador

Mas o que semeia tanto quanto o que ceifa

Terão recompensa das mãos do Senhor

PENSAMENTO – solução

“Às vezes, é melhor a solidão, do que a incerteza de uma vida. ” (Escritor: Ricardo Alfredo)

POEMA PARA OS QUE NÃO SÃO INUMANOS

POEMA DE FERNANDO PESSOA – SONHO IMPOSSÍVEL

“Eu tenho uma espécie de dever,

de dever de sonhar, de dever de sonhar

de sonhar sempre,

pois sendo mais do que

um espectador de mim mesmo,

eu tenho que ter o melhor espetáculo que posso.

E assim me construo a ouro e sedas,

em salas supostas, invento palco, cenário,

para viver o meu sonho

entre luzes brandas

e músicas invisíveis.

Sonho Impossível

Sonhar mais um sonho impossível

Lutar quando é fácil ceder

Vencer o inimigo invencível

Negar quando a regra é vender

Sofrer a tortura implacável

Romper a incabível prisão

Voar num limite provável

Tocar o inacessível chão

É minha lei, é minha questão

Virar este mundo, cravar este chão

Não me importa saber

Se é terrível demais

Quantas guerras terei que vencer

Por um pouco de paz

E amanhã se este chão que eu beijei

For meu leito e perdão

Vou saber que valeu

Delirar e morrer de paixão

E assim, seja lá como for

Vai ter fim a infinita aflição

E o mundo vai ver uma flor

Brotar do impossível chão”. (Fernando Pessoa)

NÃO HÁ DUALIDADE, DEUS ESTÁ NA DIREÇÃO DE TUDO

Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e crio o mal; eu, o Senhor, faço todas estas coisas. (Isaías 45:7)

REFLEXÃO – Uma Análise da Boa Semente

Este salmo, ao ler, sente-se uma balsamo de paz. As dores da vida é uma forma de indicar o caminho certo, e quase sempre Deus usa, para seu servo possa retornar ao caminho de cidadão do reino de Deus.

Por outro lado, temos um conselho pessoal, que é, a auto avaliação da importância do arrependimento e da busca pelo caminho de paz.

Este salmo é uma oração também é uma lamentação pelos infortúnios pessoais.

Salmo 38 – arrependimento

1- Ó Senhor, não me repreendas na tua ira, nem me castigues no teu furor.

2- Porque as tuas flechas se cravaram em mim, e a tua mão sobre mim desceu. 3- Não há coisa sã na minha carne, por causa da tua cólera; nem há paz em meus ossos, por causa do meu pecado.

4- Pois já as minhas iniquidades sobre passam a minha cabeça; como carga pesada são demais para as minhas forças.

5- As minhas chagas cheiram mal e estão corruptas, por causa da minha loucura. 6- Estou encurvada, estou muito abatida, ando lamentando todo o dia.

7- Porque as minhas ilhargas estão cheias de ardor, e não há coisa sã na minha carne.

8- Estou fraca e mui quebrantada; tenho rugido pela inquietação do meu coração.

9- Senhor, diante de ti está todo o meu desejo, e o meu gemido não te é oculto.

10- O meu coração dá voltas, a minha força me falta; quanto à luz dos meus olhos, ela me deixou.

11- Os meus amigos e os meus companheiros estão ao longe da minha chaga; e os meus parentes se põem à distância.

12- Também os que buscam a minha vida me armam laços e os que procuram o meu mal falam coisas que danificam, e imaginam astúcias todo o dia.

13- Mas eu, como surda, não ouvia, e era como muda, que não abre a boca.

14- Assim eu sou como mulher que não ouve, e em cuja boca não há reprovação.

15- Porque em ti, Senhor, espero; tu, senhor meu Deus, me ouvirás.

16- Porque dizia eu: Ouve-me, para que não se alegrem de mim. Quando escorrega o meu pé, eles se engrandecem contra mim.

17- Porque estou prestes a coxear; a minha dor está constantemente perante mim.

18- Porque eu declararei a minha iniquidade; afligir-me-ei por causa do meu pecado.

19- Mas os meus inimigos estão vivos e são fortes, e os que sem causa me odeiam se multiplicam.

20- Os que dão mal pelo bem são meus adversários, porquanto eu sigo o que é bom.

21- Não me desampares, senhor, meu Deus, não te alongues de mim.

22- Apressa-te em meu auxílio, Senhor, minha salvação.

Divisão teológica para estudo

1- Dos versículos: 1 – 8: O pecado e suas aflições

2- Dos versículos: 9 – 14: Perante Deus

3- Dos versículos: 15 – 22: A confiança em na misericórdia do Senhor

ANALISE DO SALMO 38

Versículos 1 a 5 – Ó Senhor, não me repreendas na tua ira

O rei Davi implora ao senhor pela sua vida e que suspenda sua ira e punição. O rei-servo compreende que fazer jus a toda repreensão divino, por motivo de todas as suas iniquidades, e que não tem mais forças para se erguer.

Versículos 6 a 8 – Estou encurvado

Nos segmentos deste salmo, Davi expressa a sua dor em carregar todas as aflições do mundo, um fardo pesado, e essa carga o está esmagado e causa inquietação que é a carga da culpa.

Versículos 9 a 11 – A minha força me falta

Na presença de Deus, as forças ficaram ausentes pelo sentimento de culpa e as fraquezas humanas o perturbava. Davi diz que aqueles que ele considerava como amigos e até mesmo os seus parentes, deram-lhe as costas. Não suportavam conviver com suas chagas.

Versículos 12 a 14 – Como um surdo, não ouço

Nestes versículos, o rei atormentado, fala daqueles que o almejam mal. Eles dizem coisas malévolas, mas ele tapa os ouvidos e busca não os ouvir. Davi não quer ouvir as perversidades ditas pelos ímpios pois quando damos ouvido às maldades, tendemos a replicá-las.

Versículos 15 a 20 – Ouve-me, para que eles não se regozijem sobre mim

Comenta sobre os seus inimigos e a pedir a Deus que não deixe que eles o alcancem. Ele revela sua dor e seu pecado, Davi não nega que o seu pecado, e tem medo dos inimigos pois além de o odiarem, eles estão cheios de força. Mas Davi não se deixa abater, porque segue o que é bom, mas para isso, roga que Deus não deixe que os ímpios regozijem sobre ele.