Aprovação do governo entre beneficiários do auxíio emergencial é de 50%

Pesquisa PoderData, divisão de estudos estatísticos do Poder360, aponta que o governo do presidente Jair Bolsonaro é aprovado por 50% dos brasileiros que receberam ou estão aguardando para receber o auxílio emergencial. A desaprovação da administração federal nesse grupo é de 37%.

Há 1 mês, eram 46% os beneficiários do coronavoucher que afirmavam aprovar o Executivo. E 39% desaprovavam. A curva é positiva para o Planalto.

Na média geral, o governo é aprovado por 45% e desaprovado também por 45%. Como o PoderData (antes DataPoder360) aponta há meses, as parcelas de R$ 600 distribuídas para amenizar o impacto da pandemia têm efeito positivo na popularidade do presidente.

A pesquisa foi realizada pelo PoderDatadivisão de estudos estatísticos do Poder360. Os dados foram coletados de 3 a 5 de agosto, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 512 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

Antes, a divisão de pesquisas do jornal digital chamava-se DataPoder360. Agora, o nome mudou para PoderData. A mudança faz parte do novo conceito da identidade visual do Poder360.

PoderData também perguntou aos entrevistados sobre o trabalho individual do presidente. Bolsonaro é bem avaliado (ótimo+bom) por 34% dos beneficiários do coronavoucher. A proporção é 2 pontos percentuais acima da média geral (quando consideram-se todos os entrevistados). É uma variação dentro da margem de erro do estudo, de 2 pontos percentuais.

Os que consideram a atuação do presidente “ruim” ou “péssima” são 32% desse grupo. Antes, eram 35%. Ou seja, houve uma queda de 3 pontos percentuais em 15 dias na rejeição ao trabalho do chefe do Executivo.

AUXÍLIO EMERGENCIAL

O PoderData mostra ainda que 42% dos brasileiros já receberam ou estão para receber o coronavoucher: 30% receberam ao menos uma das parcelas, e 12% aguardam o pagamento.

Aqueles que tentaram, mas não conseguiram o benefício somam 16%. Tiveram o cadastro recusado. Outros 37% declararam não estar aptos a receber.

O auxílio emergencial foi criado para mitigar a crise econômica causada pela pandemia de covid-19 –doença causada pelo novo coronavírus. Com o isolamento social, milhões de brasileiros ficaram sem trabalhar. A intenção era fazer 3 pagamentos de R$ 600 mensais. Com a continuidade da pandemia no país, o governo prorrogou o benefício por mais 2 meses.

A 1ª parcela começou a ser paga em abril. Muitos ainda não tinham feito o cadastro. O benefício podia ser pedido até 2 de julho.

De acordo com a Caixa Econômica Federal, 65,8 milhões de pessoas receberam o dinheiro. Até agora, o governo liberou R$ 148,9 bilhões aos beneficiários. Não há nada parecido na história recente do país em termos de assistência social tão abrangente.

O Bolsa Família, por exemplo, beneficiou 14,3 milhões de pessoas em junho. Número bem inferior. Agora, 13,6 milhões dos brasileiros que dependem do programa estão recebendo os R$ 600 no lugar do valor da bolsa, que varia de R$ 41 a R$ 96 por mês por família.

COMO SÃO OS PAGAMENTOS

Como dezenas de milhões de brasileiros preferem sacar o dinheiro na boca do caixa, o governo fez 1 escalonamento de pagamentos de acordo com a data de aniversário de cada beneficiário. Haverá pessoas recebendo até quase o final de dezembro.

Os beneficiários estão em diferentes fases de recebimento, de acordo com o período em que conseguiram fazer o cadastro. O governo já está na 4ª fase do pagamento.

Leia aqui o calendário de pagamentos.

Poder 360

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