quinta-feira , 13 de dezembro de 2018
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Os manifestantes denunciavam ainda o que classificaram como o processo de sucateamento da unidade (Foto: Luciano Lellys).
Os manifestantes denunciavam ainda o que classificaram como o processo de sucateamento da unidade (Foto: Luciano Lellys).

Protesto contra fechamento do Hospital da Mulher reúne diversos setores

Servidores da saúde, políticos, professores, estudantes, membros de movimentos sociais e sindicatos realizaram protesto manhã desta sexta-feira, 07 de outubro, em frente ao Hospital da Mulher Parteira Maria Correia contra o fechamento da unidade pelo Governo do Estado.

Os manifestantes denunciam ainda o que classificaram como o processo de sucateamento que o Hospital da Mulher vinha passando desde o ano passado, com atrasos nos pagamentos dos servidores e falta de materiais básicos de trabalho, como medicamentos, luvas, gaze, álcool e até mesmo materiais de limpeza e comida.

“O governo Robinson Faria decretou o fechamento do Hospital da Mulher. Tenta disfarçar esta ação terrorista contra as mães de Mossoró chamando de ‘transferência’ para o [Hospital e Maternidade] Almeida Castro e buscando apoio no Judiciário. Na verdade este é o segundo hospital regional que Robinson Faria fecha em Mossoró, o último foi o Hospital da Polícia Militar”, declara o Sindicato dos Servidores da Saúde do RN (Sindsaúde/RN) em nota.

Em um acordo fechado entre as Justiças Federal, Estadual e do Trabalho no final do mês passado, as equipes de trabalho e equipamentos do Hospital da Mulher estão sendo transferidos para o Hospital Maternidade Almeida Castro, antiga Casa de Saúde Dix-Sept Rosado, sob controle de junta interventora desde o ano 2014.

A transferência do Hospital da Mulher já vinha sendo analisada pelo Governo do RN desde o ano passado e, desde o princípio das especulações sobre a possibilidade de fechamento do hospital, contou com protestos dos mais diferentes setores.