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Jair Bolsonaro entra com embargos infringentes no STF e pede absolvição no julgamento do golpe de Estado

O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (28) os chamados embargos infringentes — tipo de recurso para reverter a pena no julgamento do golpe de Estado.

 

Jair Bolsonaro entra com embargos infringentes no STF e pede absolvição no julgamento do golpe de Estado

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pela Primeira Turma do STF, em julgamento em setembro. Nos embargos, ele pede absolvição, mas o STF entende que não cabem mais recursos.

Por Márcio Falcão, TV Globo — Brasília

 

28/11/2025 18h31 Atualizado há um minuto

 

O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (28) os chamados embargos infringentes — tipo de recurso para reverter a pena no julgamento do golpe de Estado.

 

 

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pela Primeira Turma do STF, em julgamento em setembro. Nos embargos, ele pede absolvição.

 

Na terça-feira (25), o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, determinou o fim da ação penal — ou seja, considerou que não cabiam mais recursos e que a pena de prisão já deveria ser executada, não só para Bolsonaro, como também para outros seis réus condenados.

 

O ex-presidente está preso na carceragem da Polícia Federal, em Brasília.

 

Entendimento do STF é de que só teria direito aos embargos infringentes o réu que obtivesse dois votos pela absolvição na Primeira Turma. Bolsonaro teve só um. Portanto, Moraes deverá nem aceitar os embargos.

 

Além da absolvição, a defesa pede que o caso seja levado para o plenário do STF, onde votam 11 ministros. Na Turma, votaram 5 ministros.

 

Regra interna do STF desde dezembro de 2023 diz que julgamentos criminais ocorrem nas turmas.

 

“Assim, diante da manifesta contrariedade com o direito e com as provas dos autos, a injusta condenação imposta a Jair Messias Bolsonaro, já reconhecida pelo eminente ministro Luiz Fux, deve ser submetida ao crivo do Plenário do Supremo Tribunal Federal para que, ao final, seja reconhecida e declarada a sua inocência”, afirmou a defesa no embargo enviado à Corte.

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