quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
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Com apenas dois leitos de UTI COVID disponíveis, a situação do Oeste preocupa autoridades

Acompanhando o fluxo nacional, os casos de coronavírus seguem aumentando no Rio Grande do Norte (RN) em que a taxa geral de ocupação dos leitos, no estado todo, é de 62,94% para leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e de 42,68% para leitos clínicos. As unidades estão sendo ocupadas por pacientes que testaram positivo e aqueles com suspeita de contaminação.

Na última sexta-feira (4), o RN possuía 77 leitos de UTI vagos, mas daquele dia para hoje, segunda-feira (7), 10 pacientes foram internados nessas unidades, fazendo a disponibilidade cair para 67 leitos. A velocidade de contágio preocupa as autoridades de saúde do estado em virtude da necessidade de novos leitos para acompanhar a crescente demanda de casos.

Na região potiguar, o quadro que mais preocupa é o Oeste cuja taxa de ocupação dos leitos de UTI é de 86,7%. No Hospital Regional Tarcísio Maia, dos 9 leitos, apenas 1 está sem paciente. O Hospital São Luiz tem apenas um, dos 30 leitos de UTI instalados, disponível. Em todo o oeste, há somente dois leitos de UTI Covid-19 desocupados nesse momento.

Entre os 15 hospitais que possuem leitos de UTI, em 10 deles a taxa de ocupação ultrapassa 50%. No Hospital Regional Hélio de Morais Marinho, em Apodi, a ocupação é de 100%. No São Luiz, em Mossoró, a taxa está em 96,7% e no Hospital Regional Tarcísio Maia é de 89,9%. No Cleodon Carlos, em Pau dos Ferros, a ocupação está em 90%.

Em Parnamirim, o Hospital Maternidade do Divino Amor a ocupação está em 87,5%, e no Giselda Trigueiro, em Natal, está em 76,9%. O Hospital Materno Infantil de São Paulo de Potengi, a taxa é de 66,7%, no Hospital Regional Telecila Freitas Fontes, em Caicó, é de 65% e o Mariano Coelho, em Currais Novos, 60% e no Hospital de Campanha de Natal é de 57,89%.

A situação preocupante fez com que o Governo do Estado anunciasse a reabertura de 89 leitos, sendo 56 destinados a UTI e 33 para unidades clínicas. Com mais de 97.955 casos, 2.728 mortes e a redução significativa na taxa de pessoas restritamente isoladas, a população precisa manter as medidas preventivas e retomar o distanciamento para que o cenário possa ser revertido.

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