sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
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ANÁLISE: “POR QUE CRIMINALIZAR PAÍS QUE LUTA PARA SOBREVIVER?”

 

Ney Lopes

Pilar Rahola I. Martínez é jornalista e escritora catalã, com formação política e direitos humanos.

Ela comenta sobre um encontro que teve em Barcelona com uma centena de advogados e juízes que queriam ouvir suas opiniões sobre o conflito Israel-Hamas.

E ela explica o interesse, afirmando que “Israel está sob a lupa midiática permanente e sua imagem distorcida contamina os cérebros do mundo”.

 Recebeu prêmio da Federação das Comunidades Judias da Espanha.

Uma centena de advogados e juízes reuniram-se em restaurante de Barcelona para ouvir opiniões de Pilar Rahola Martínez sobre o conflito do Oriente Médio. 

A plateia  queria escutá-la.

Opiniões de Pilar Rahola

“Todos vocês se sentem especialistas em política internacional, quando se fala de Israel, mas na realidade não sabem nada”

Israel está sob a lupa midiática permanente e sua imagem distorcida contamina os cérebros do mundo”

Não existe debate sobre o conflito, existe rótulo; não se troca ideias, adere-se a slogans; não desfrutamos de informações sérias, nós sofremos de jornalismo tipo hambúrguer, fast food, cheio de preconceitos, propaganda e simplismo”.

“Por que se criminaliza um pequeno país, que luta por sua sobrevivência?

“Por que as razões de Israel nunca existem?

Por que as culpas palestinas nunca existem?

Por que Arafat é um herói e Sharon um monstro?

Em definitivo, por que, sendo o único país do mundo ameaçado com a destruição é o único que ninguém considera como vítima? ”

E questiona:

“Por que tanta gente inteligente, quando fala sobre Israel, se torna idiota?

O problema que temos, nós que não demonizamos Israel, é que não existe debate sobre o conflito, existe rótulo; não se troca ideias, adere-se a slogans; não desfrutamos de informações sérias, nós sofremos de jornalismo tipo hambúrguer, fast food, cheio de preconceitos, propaganda e simplismo”.

E destaca: “O pensamento intelectual e o jornalismo internacional renunciaram a Israel.

Não existem.

É por isso que, quando se tenta ir mais além do pensamento único, passa-se a ser o suspeito, o não solidário e o reacionário, e o imediatamente segregado.

Por quê?

Eu tento responder a esta pergunta há anos: por quê?

Por que de todos os conflitos do mundo, só este interessa?

Por que se criminaliza um pequeno país, que luta por sua sobrevivência?

Por que triunfa a mentira e a manipulação informativa, com tanta facilidade?

Por que tudo é reduzido a uma simples massa de imperialistas assassinos?

Por que as razões de Israel nunca existem?

Por que as culpas palestinas nunca existem?

Por que Arafat é um herói e Sharon um monstro?

Em definitivo, por que, sendo o único país do mundo ameaçado com a destruição é o único que ninguém considera como vítima? ”.

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