domingo, 1 de fevereiro de 2026
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Ney Lopes, Por Trás da Notícias

A anunciada possível formação de uma federação partidária entre PSDB e MDB transformou os planos políticos para 2022 em verdadeiro vulcão em erupção, com nuvens, vapor e cinzas. Verdadeiro “zigue zague”.

O RN não é exceção.

Dupla – A possibilidade da chapa Dória, presidente e Simone Tebet, vice, inviabiliza a “dobradinha” Fátima para o governo, Walter vice e Garibaldi Alves, deputado federal.

Será que Garibaldi toparia deixar o seu partido histórico (MDB) e filiar-se a um aliado petista com o filho?

Exclusão – O golpe dado pelo Temer destruiu o país”, disse o ex-presidente Lula em recente entrevista à rádio Liberal, do Pará, dificultando a hipótese do PT unir-se ao MDB.

Lucro – Nessa hipótese, o ex-deputado Henrique Alves sairia ganhando.

Manteria a sua candidatura a deputado federal pelo MDB e aceitaria composições com os tucanos.

Candidatura- Kassab (PSD) está em vias de ficar sem candidato a presidente., uma vez que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (MG) já teria dito que pretende jogar a toalha.

PSD/PDT – Em tais circunstancias, surge a probabilidade da união do PDT com o PSD.

Kassab e Ciro Gomes são antigos amigos.

Nesse caso,  Carlos Eduardo (PDT) seria o senador de Fátima Bezerra (PT), como se propaga?

Fica difícil.

DF – A mesma dificuldade já enfrenta o governador Ibaneis Rocha (MDB) no DF.

O pré-candidato ao governo, o senador Izalci Lucas do PSDB, já disse que Ibaneis precisa arrumar outro partido.

Surpresa – Em razão de caminhar bem a aliança do PT e PSB, talvez surja uma surpresa no RN, que seria o deputado Rafael Motta habilitado para vice-governador de Fátima, ou senador.

Tudo poderá acontecer.

Inclusive, nada.

Olho aberto

Eles gostaram I –  General Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança Institucional, já trabalha para ser indicado vice de Bolsonaro.

O ministro da Defesa, Braga Netto, perderia a chance. Avalia-se que Heleno é um nome mais respeitado nas Forças Armadas do que Braga Netto.

Eles gostaram  II – Já o vice Hamilton Mourão também gostou da política e decidiu ontem, 4,concorrer ao Senado no Rio Grande do Sul, seu Estado natal.

Hamilton Mourão é do PRTB, Partido que apoia Bolsonaro e formará coligação com o ministro Onyx Lorenzoni para governador.

Argentino – Sergio Moro (Podemos) escolheu o publicitário argentino Pablo Nobel para comandar a equipe de marketing de sua campanha.

O indicado já trabalhou para Lula, Aécio Neves e Geraldo Alckmin.

Fiel da balança – Inegavelmente, o deputado Ezequiel Ferreira desfruta de boa posição estratégica na política do RN, fruto da sua competência como articulador político.

A sua decisão influenciará os rumos do Estado, na eleição de 2022.

Pisada de bola I – Moro e Dória “pisaram na bola” ao anunciarem privatizações em massa das estatais brasileiras, a começar pela Petrobras.

Nenhum país capitalista, incluindo os Estados Unidos, exclui estatais fortes, como agentes reguladores do mercado.

Pisada de bola II – O equívoco é ainda maior em relação a Petrobras.

Sabe-se que  que hoje não existe mais monopólio. Acabou. A concorrência já predomina.

Os problemas enfrentados pela estatal decorrem de más administrações passadas.

Exemplo – A Noruega dá bom exemplo.

Mantém a sua estatal, sem monopólio.

Pratica a economia de mercado.

Tem um “fundo de petróleo”, composto por percentual sobre a comercialização do produto final.

É o fundo mais rico do mundo, com mais de US$ 1 trilhão.

O dinheiro tem eventuais funções sociais e  regula preço, se necessário.

Estratégia – O presidente Bolsonaro se concentra nas eleições para o Senado.

O seu objetivo é alcançar maior “controle” do STF, com mudanças na legislação.

 

 

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