sábado, 31 de janeiro de 2026
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SINTE aprova paralisação na rede de ensino de Natal a partir da próxima quarta-feira

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Rio Grande do Norte (Sinte/RN) aprovaram uma paralisação por tempo determinado na rede de ensino de Natal a partir da próxima quarta-feira (3) contra o Plano de Carreiras da categoria apresentado pela Prefeitura. O movimento está previsto para ocorrer até o próximo dia 10. Neste período, o Sinte planejou uma agenda de ações para fortalecer o movimento. A aprovação pela paralisação aconteceu na manhã desta segunda-feira (2), em uma assembleia realizada na sede do Sindicato, na Cidade Alta.

 

Fátima Cardoso, coordenadora geral do Sinte RN disse que o objetivo é suspender o Plano, cujo Projeto de Lei (PL)  foi encaminhado à Câmara Municipal na semana passada. “A paralisação é uma demonstração de que nós não queremos a proposta do Plano de Carreira. No futuro, ela significa um grande retrocesso nas nossas conquistas atuais”, explicou Cardoso. Dentre os pontos que desagradam os trabalhadores, segundo Fátima Cardoso, está o fato de que a proposta deixa de fora a criação de cargos para a categoria.
“Não se sabe quais seriam os cargos da Educação. Outro item sério é o que trata o servidor como técnico. O professor tem formação acadêmica, então, isso é um erro gravíssimo.  O projeto também deixa de fora a gestão de comissão do Plano, que é formada pelo Sinte e pela Secretaria Municipal de Educação. A gestão é importante porque somos nós quem acompanhamos a vida da categoria e é essa gestão quem nós dá elementos para que a gente chegue a Secretaria com nossas propostas”, explica a coordenadora geral do Sindicato.
Outra reclamação da categoria é em relação à jornada de trabalho, que atualmente conta com previsões de 20h e 30h semanais, a depender da carreira. De acordo com a nova proposta, será criada uma única  jornada de 30h, excluindo-se as demais carreiras. O Sinte busca participar das negociações em torno do Plano. “Queremos a retirada do projeto e a instalação da mesa de negociação a partir dos debates encampados pela categoria”, afirma Fátima Cardoso.

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