A primeira pesquisa Quaest divulgada em 2026, nesta quarta-feira (14), aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como favorito em todos os cenários de segundo turno testados para a eleição presidencial. De acordo com o levantamento, Lula aparece à frente dos possíveis adversários com vantagens que variam de cinco a 20 pontos percentuais.
O cenário mais equilibrado é contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Nesse confronto, Lula registra 44% das intenções de voto, enquanto Tarcísio aparece com 39%, uma diferença de cinco pontos. Em dezembro, a distância entre os dois era de dez pontos, o que indica uma aproximação do governador paulista.
Nos demais cenários, o presidente mantém vantagem mais confortável. Contra Flávio Bolsonaro (PL) e Ratinho Júnior (PSD), Lula tem sete pontos percentuais de diferença.
No confronto com Flávio Bolsonaro, Lula marcou 45%, enquanto o senador aparece com 38%. Já contra Ratinho Júnior, o presidente soma 43%, frente aos 36% do governador paranaense.
É importante lembrar que as candidaturas ainda não estão oficialmente confirmadas. Os partidos só devem formalizar os nomes entre julho e agosto, durante as convenções, e o registro junto à Justiça Eleitoral precisa ser feito até 15 de agosto.
Outros cenários simulados
A pesquisa também testou outros possíveis adversários. No embate contra Ronaldo Caiado (União Brasil), Lula aparece com 44%, contra 33% do governador de Goiás. Já contra Romeu Zema (Novo), o petista chega a 46%, enquanto o mineiro soma 31%.
Em cenários contra Aldo Rebelo (Democracia Cristã) e Renan Santos (Missão), Lula amplia ainda mais sua vantagem, alcançando 45% e 46%, respectivamente, contra 27% de Aldo Rebelo e 26% de Renan Santos.
Em todos os cenários, o percentual de eleitores indecisos varia em torno de 4%, enquanto os que afirmam que votarão em branco, nulo ou não pretendem votar ficam entre 13% e 24%, dependendo da simulação.
Metodologia
O levantamento foi realizado pela Quaest a pedido da Genial Investimentos, com 2.004 entrevistas feitas entre os dias 8 e 11 de janeiro, com brasileiros de 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança da pesquisa é de 95%.





