quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
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O JUIZ INÍQUO E A VIÚVA – Reflexões Teológicas: com Ricardo Alfredo

O JUIZ INÍQUO E A VIÚVA

Esta é uma das mais belas histórias das Sagradas Letras, entre um juiz iníquo e uma pobre viúva. Este homem, por vontade própria ou por força do destino, atingiu o mais alto grau social que era ser juiz em sua terra. Entretanto, o orgulho, o egoísmo e a prepotência dominaram o seu coração, de forma que ele passou a ser temido e odiado pelo seu povo.

Esse homem sentiu as angústias da vida e passou a ser indiferente ao próximo e sem amor ao Eterno, de forma que não dava ouvidos ao clamor do pobre, da viúva, do órfão e do desamparado. No entanto, uma pobre viúva passou a importuná-lo para que julgasse a sua causa.

Por trás desta história, tem uma razão profunda e de evidência espiritual que é a importância de persistir diante das dificuldades impostas pela vida. Porém, a pobre viúva sabia que o Eterno usaria de misericórdia com ela e transformaria o coração do juiz iníquo para recebê-la e ouvir seu clamor. Outro fator fundamental desta história é a necessidade de persistir na fé, mesmo diante das impossibilidades.

Vejamos a parábola ensinada pelo mestre Cristo Jesus: Então Jesus contou aos seus discípulos uma parábola, para mostrar-lhes que eles deviam orar sempre e nunca desanimar. Ele disse: “Em certa cidade, havia um juiz que não temia a Deus nem se importava com os homens. E havia naquela cidade uma viúva que se dirigia continuamente a ele, suplicando-lhe: ‘Faze-me justiça contra o meu adversário’. “Por algum tempo, ele se recusou. Mas finalmente disse a si mesmo: ‘Embora eu não tema a Deus e nem me importe com os homens, esta viúva está me aborrecendo; vou fazer-lhe justiça para que ela não venha mais me importunar’ “. E o Senhor continuou: “Ouçam o que diz o juiz injusto. Acaso Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele dia e noite? Continuará fazendo-os esperar? Eu digo a vocês: Ele lhes fará justiça e depressa. Contudo, quando o Filho do homem vier, encontrará fé na terra?” (Lucas 18:1-8)

A ideia central desta parábola é o incentivo a ter uma fé permanente, mesmo diante das impossibilidades que a vida tem. Assim como permanecer em oração, batendo a porta do eterno até ser ouvido.

A parábola mostra que, se um juiz injusto e iníquo pode parar e ouvir o clamor do aflito, imagine o Eterno, que é bom, santo e cheio de amor. Então, em suas dores, não conte nas redes sociais, entre no seu quarto, feche a porta e converse com o Eterno que lhe recomprará em segredo.

Portanto, persevere em oração e cheio de confiança na proteção e no amor do Eterno. Todavia, alguns pontos são fundamentais para alcançar a vitória, entre eles estão: 1- A perseverança na oração é decisiva para que nossos pedidos sejam acolhidos por Deus; 2- O Eterno, sendo justo e amoroso, responde às orações dos que permanecem firme na fé; 3- Nunca desanimar na oração, acreditando sempre no momento perfeito e justo do Eterno.

Observação: Qualquer semelhança com a realidade, é mera coincidência.

Muita Paz, Luz e Justiça a todos!

Pesquisador e Escritor Ricardo Alfredo

“O ímpio recebe um salário enganoso, mas, para o que semeia justiça, haverá galardão certo”. (Provérbios 11:18)

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