quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Notas da Redação

COMPORTAMENTO
A governadora Fátima Bezerra está muito diferente da sindicalista que passou o dedo no nariz do governador Geraldo Melo cobrando aumento para os professores ou da deputada federal que participou da aprovação da lei do teto mínimo para a classe.

COBRANÇA
A Fátima Bezerra de hoje é a governadora do PT, cobrada pelo deputado federal Benes Leocádio, no plenário da Câmara dos Deputados, para que cumpra a legislação e aplique o reajuste de 33,24% para o piso salarial dos professores.

DECEPÇÃO
A professora Fátima Bezerra, quando sindicalista, deputada e senadora, defendeu e cobrou veementemente esta pauta, ignorando qualquer tipo de impacto financeiro que o aumento poderia ocasionar, tanto aos governos estaduais, quanto às prefeituras”,

RECUSA
Os professores da rede estadual rejeitaram a proposta da governadora Fátima e continuam em greve. A oferta foi implantar os 33,24% de reajuste aos professores que estejam abaixo do novo piso. Para os que já recebem acima do novo piso, seria implantado um progressivo.

AZAR
O presidente Jair Bolsonaro adiantou que vetará o projeto de lei (PL) que legaliza jogos de azar no Brasil, como cassinos, bingos, jogo do bicho e outras apostas eletrônicas. Contudo, o Congresso Nacional pode derrubar o veto em votação por maioria absoluta, ou seja, votos de 41 senadores e 257 deputados federais.

PESQUISA
Analisando a última pesquisa eleitoral, o cientista político Antônio Lavaredo mostra que o eleitorado brasileiro é predominantemente conservador, defende a democracia direta (plebiscito) para resolver questões polêmicas e continua preferindo Lula a Bolsonaro.

ABORTO
Segundo o Ipespe, em sua maioria o brasileiro é contra a legalização do aborto (69%x24%). 53% são contra a pena de morte e 43% favoráveis. A liberação do Porte de Armas, defendida pelo presidente Bolsonaro, é rechaçada pela sociedade, 62% contra e 36% favoráveis.

TCE
Sobre a reprovação de suas contas pelo Tribunal de Contas do Estado, Carlos Eduardo se pronunciou nas redes sociais informando que “não existe improbidade, são aspectos técnicos e administrativos que precisam ser esclarecidos”.

PRECAUÇÃO
De qualquer forma, como a Câmara Municipal de Natal decidirá sobre aprovação ou rejeição do parecer do TCE, Carlos Eduardo mudou o tom de voz em relação ao presidente da Casa, vereador Paulo Freire que, até então, era ameaçado de expulsão.

VERSÃO
Depois que o assunto do TCE entrou em pauta, Carlos Eduardo transferiu a culpa da declaração “se sair, nós vamos buscar o mandato no tribunal”. ao presidente do partido, Carlos Lupi. Foi ele quem ameaçou, disse o ex-prefeito.

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