sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
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E AGORA, EM QUEM VOTAR? – Reflexões Teológicas: com Ricardo Alfredo

E AGORA, EM QUEM VOTAR?

Estamos às portas de uma nova eleição, a qual dará novos rumos às cidades. Estamos para eleger o prefeito e os vereadores, que representam o poder executivo, o prefeito, e o poder legislativo, os vereadores. E é nesta época, de eleições, que surgem os profetas do caos e os aproveitadores da fé pública, com promessas mirabolantes, ideias tolas e pior, engando aquele que de espírito simples se deixa levar por mudanças, que certamente são impossíveis diante do sistema do bem comum.

Então, é chegado a hora de decidir quem posso escolher para me representar nos poderes. Visto que todas as ideias lançadas podem ser avaliadas e questionadas. Porém, o que percebemos é que muitas delas são bravatas e outras têm fundamentos com bases sólidas. Dito isso, eis algumas bases ou critérios sólidos que indicam a escolha certa para nos representar nos dois poderes municipais.

Numa análise simples, devemos observar quais são os valores que o candidato defende e se estes estão consoantes aos nossos. E, assim, teremos uma afinidade com as propostas dele, visto que os valores são iguais. Até porque o nosso dever é escolher alguém que possa governar ou legislar para todos. Mantendo o respeito, a ética e a moralidade em tudo.

Outro fator fundamental é observar o histórico de vida do candidato. Pois, ele diz muito como esse se comporta no meio social, quais são as suas ideias e quais são os seus propósitos para a população. Entanto, nesta análise e pesquisa, fica fácil observar o discurso dele, pois ninguém muda do dia para noite em suas propostas.

Imediato fator essencial na escolha é analisar todas as propostas lançadas pelo candidato, qual o partido está filiado e quem são os seus lanços políticos. E é neste ponto que a verificação das propostas e promessas deve ser analisada firmemente. Porquanto, as tais (propostas) dizem muitos como o candidato pretende ocupar o cargo ao qual se elegeu.

Dentre das análises realizadas na escolha, outra é primordial, a qual é o conhecimento dos financiadores da campanha, podendo ser empresas ou pessoas físicas, e é exatamente neste ponto que devemos compreendem como estes financiadores eleitorais desejam interferir nos interesses da cidade se as ideias do quais coadunam com as da coletividade.

Certamente, a nossa escolha nem sempre é a mais viável, entretanto, quando usamos nossa consciência e poder de discernimento, podemos no mínimo excluir os candidatos aproveitadores e os políticos de carreira, assim como os corruptos e despreparados.

Portanto, o nosso desejo é que vote bem, escolha corretamente e com a visão de futuro para a coletividade. Pois, os mesmos passaram mais (04) quanto anos determinando os rumos da cidade. Que o Eterno lhe dê a graça e o discernimento na escolha.

Muita Paz, Luz e Justiça a todos!

Pesquisador e Escritor Ricardo Alfredo

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