Pelo menos nove parlamentares de Mossoró enfrentam solicitações de cassação em processos que tramitam na Justiça Eleitoral. Uma das ações foi proposta pelo ex-vereador Marckuty da Maisa (União Brasil), que pede a cassação de Marleide Cunha (PT) e Plúvia Oliveira (PT), acusando a Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB) de lançar “candidaturas laranjas”.
Já a ex-candidata a prefeita, Irmã Ceição (PRTB), juntamente com o marido e ex-candidato a vice, o advogado Edson Lobão (PRTB), ingressou com uma Ação de Impugnação a Mandatos Eletivos contra os cinco representantes do PSD: Petras Vinícius, Kayo Freire, Alex do Frango, João Marcelo e Vladimir Cabelo de Negro, sob a alegação de que o partido teria fraudado a cota de gênero. Em razão disso, defendem a anulação dos votos obtidos pela legenda.
O casal também apresentou uma Representação Especial Eleitoral contra o vereador Raério Araújo (União Brasil), alegando supostas irregularidades na prestação de contas. Outra ação, voltada contra o MDB, pode culminar na cassação do vereador Cabo Deyvison, novamente por suspeita de fraude na cota de gênero. Todos os processos tramitam em segredo de justiça.
Na legislatura anterior, três vereadores perderam seus mandatos em Mossoró após acusações de fraude na cota de gênero: Naldo Feitosa (PSC), Lamarque Oliveira (PSC) e Larissa Rosado (então no PSDB).





