Os moradores do bairro Liberdade, localizado no grande Alto de São Manoel, em Mossoró, informam que há pelo menos 30 dias sem receber água. Segundo os moradores, a situação está insustentável, já que muitos não têm condições de recorrer a carros pipa ou utilizar água mineral para o consumo.
De acordo com informações divulgadas pelo Blog Passando na Hora, o problema afeta os moradores das ruas Pedro Paraguai, Nias Heronildes, Edmilson Moura e Martins Junior no Planalto 13 de Maio.
Os consumidores afirmam que, devido à falta de água, estão tendo que recorrer ao abastecimento em outros bairros e, em casos extremos, estão se unindo com os vizinhos para comprar carros pipas (devido ao valor e à quantidade de água disponível nesses carros, essa tem sido uma solução para muita muitas pessoas).
Os moradores informaram ainda que já entraram em contato com a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN), responsável pelo abastecimento de água no estado. Embora o contato tenha sido feito, eles não receberam retorno por parte da companhia, nem tiveram o problema resolvido.
A reportagem do O Mossoroense entrou em contato com a assessoria de imprensa da Caern, para saber mais detalhes sobre a falta de água que afeta os usuários do serviço. No entanto, a Caern não respondeu as mensagens enviadas sobre o assunto.
Problema em Adutora afetou o abastecimento em 19 bairros
Nesta semana, a Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN) informou que precisou reduzir o abastecimento de água em 19 bairros de Mossoró, devido a um problema no sistema de uma motobomba na Adutora Jerônimo Rosado, localizada em Assu.
Com o problema, bairros de diferentes locais da cidade ficaram com o abastecimento de água desregulado. A companhia informou que tentou suprir a demanda desses bairros com o uso da água proveniente dos poços tubulares, enquanto durou a manutenção.
A Adutora Jerônimo Rosado é responsável por 30% do abastecimento em bairros de diferentes localidades de Mossoró. O bairro Liberdade estava na lista repassada pela Caern de bairros que foram comprometidos com a paralisação.





