O ABANDONO DA ÉTICA, A INVERSÃO DOS VALORES PELA POLÍTICA E PELA JUSTIÇA.
Em nossos dias, o mundo vem sofrendo transformações que têm levado muitos à derrota social, física, ética e moral. Os princípios que sempre direcionaram as sociedades, os reinos, as comunidades e as pequenas vielas foram lançados no mar do esquecimento em nome de um prazer de instantes.
É lamentável ver que a ética, a honestidade e o respeito estão sendo trocados em nome de uma lógica irracional e distorcida que apregoa tolerância com o comportamento incorreto e ridicularização com o comportamento correto. Pura inversão de valores, que exaltam a aparência e o têm, em detrimento do ser.
Certo dia, um grande homem, profeta, cheio da presença do Eterno, ao perceber a semente da inversão, declarou aos homens: “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem, mal; que fazem das trevas luz, e da luz, trevas; e fazem do amargo doce, e do doce, amargo!” Isso caracteriza uma sociedade que banaliza o erro e perverte a verdade, chamando pecados de virtudes ou escolhas “alternativas”. (Isaías 5:20) e esta sentença não se deu ao vento! Quando pensamos em política como área de ética e moral, percebemos que a verdade fugiu da praça.
A inversão de valores na política e nos tribunais brasileiros é exposta como a mudança dos princípios éticos e morais, por negócios pessoais ou ideológicos derrotistas e contraditórios, tendo como cobertor a corrupção e a impunidade, tornado o bem comum como motivo de zombaria. Em todos os campos da vida nacional, a distorção da verdade e a narrativa perniciosa tomaram o lugar do respeito e da honra, e, claramente, o tratamento a criminosos contumazes é feito como vítimas sociais, e o justo é humilhado e zombado como tolo. Por isso, é crescente a descredibilização de instituições fundamentais da vida social e nacional, ao defender atos e ações criminosas e injustificadas no mundo moderno.
Diante de tantos fatos destrutivos, as sagradas letras já previam o crescimento da maldade ao declarar: Por isso, a justiça está longe de nós, e a retidão não nos alcança. Esperávamos luz, mas tudo são trevas; buscamos claridade, mas andamos em densa escuridão. (Isaías 59:9)
Por outro lado, a condenação expressa da verdade tomou conta dos tribunais, como previu o profeta Isaías ao dizer: “Em nossos tribunais, o justo é condenado; por isso, a justiça fugiu de nós. A verdade caiu morta em nossas ruas, e a honestidade não tem lugar em nossas cidades”. (Isaías 59:14)
E assim estão nossos dias: corrupção enraizada previamente com a inversão de valores; desvios do dinheiro público sem o menor sentimento de culpa. E quando alguém descobre e noticia tais manias, estes passam a ser investigados como criminosos por noticiar a roubalheira.
Quando falamos em justiça e segurança, fica perceptível a inverso de valores, pois a legítima defesa é banalizada e questionada em todo momento, em detrimento das ações criminosas e da complacência com que praticam o mal.
Já os marcos que nos trouxeram até aqui como humanidade, e os valores que nos tornam humanos, têm sido trocados em nome de uma agenda progressiva que apenas destrói a sociedade e torna os jovens sem razão de viver.
Esta agenda destrutiva atua também na economia, provocando todos os tipos de desequilíbrio, com a única intenção de justificar a redução dos recursos na educação, na saúde, na segurança e na infraestrutura. Partindo assim para o abandono dos direitos humanos, principalmente o direito à vida.
Este cenário é terrível, pois é dele que surge a polarização política, jurídica e ética. E pior, traz consigo a confusão, a desinformação e a troca do certo pelo errado e o errado pelo certo.
Portanto, é chegado o momento de tomarmos uma posição contra esses comportamentos desumanos que são a corrupção e a inversão de valores, tanto no mundo político, como no mundo religioso e no mundo jurídico. Pois angústia estão relacionadas a esses comportarmos doentios, já citados. E, neste século, vem se tornado em trevas densas que levam a humanidade a não saber distinguir entre o bem e o mal, a luz e as trevas.




