sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
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Maduro pede ajuda a Rússia e China após ameaças de Trump, diz jornal

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, escreveu para países aliados pedindo apoio militar após o envio de forças militares dos EUA para o Caribe, supostamente para o combate ao tráfico de drogas. As informações foram publicadas pelo jornal “The Washington Post” nesta sexta-feira (31).

 

De acordo com a reportagem, Maduro entrou em contato com Rússia, China e Irã para solicitar o reforço de suas estruturas de defesa, com o envio de radares, de suporte para manutenção de aeronaves e até mísseis.

 

O “Post” afirma ter tido acesso a documentos internos do governo dos EUA que relatam a troca de correspondência de Caracas.

 

Não bastasse ver uma movimentação das Forças Armadas mais poderosas do mundo perto de seu litoral, a Venezuela sofre com a desatualização e o mau estado de sua infraestrutura militar.

 

“Os pedidos a Moscou foram feitos por meio de uma carta destinada ao presidente russo Vladimir Putin e que deveria ser entregue durante uma visita de um assessor sênior à capital russa neste mês”, diz o “Post”.

A reportagem é publicada no mesmo dia em que outro jornal americano, o “Wall Street Journal”, diz que o governo de Donald Trump está considerando bombardear alvos militares na Venezuela que afirma serem utilizados para o tráfico de drogas — no entanto, o presidente dos Estados Unidos ainda não teria tomado a decisão final de atacar.

 

Também nesta sexta-feira, Trump afirmou que não planeja um ataque militar dentro do território venezuelano. Questionado por repórteres se ele considera fazer incursões militares na Venezuela, Donald Trump respondeu, sem se estender: “Não”.

Na hipótese de Trump estar blefando e os bombardeios ocorrerem, o episódio seria uma escalada significativa nas tensões entre os governos Trump e Maduro e serviriam como uma mensagem clara ao presidente venezuelano de que chegou a hora de deixar o poder, segundo o “The Wall Street Journal”.

 

A mando da alta cúpula do governo Trump, diz o “Wall Street Journal”, o Exército americano teria identificado alvos venezuelanos que podem ser alvos dos eventuais ataques. Os locais avaliados incluem portos e aeroportos controlados pelos militares, supostamente usados para o tráfico de drogas — entre eles, bases navais e pistas de pouso, afirmou a reportagem com base em fontes do governo americano.

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