segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
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Ufersa não adere a greve de professores de universidades federais que se inicia a partir desta segunda

Professores de universidades, centros de educação tecnológica e institutos federais em todas as regiões do Brasil optaram por iniciar uma greve a partir de segunda-feira 15. O movimento é liderado pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN).

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN, a Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) e o Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) não aparecem na lista de instituições federais com greves de professores anunciadas para a data.

 

Na UFRN e na Ufersa, os servidores técnico-administrativos deflagraram greve no mês de março. No IFRN, a greve dos técnico-administrativos foi iniciada em abril.

 

Os professores da UFRN aprovaram um indicativo de greve em assembleia realizada na noite de 9 abril. A decisão final sobre a greve, porém, será determinada por meio de um plebiscito agendado para os dias 15 e 16 deste de abril. Caso a greve seja aprovada, o início da greve está previsto para o dia 22 de abril, por tempo indeterminado.

 

Demandas dos professores de instituições federais

Em pauta nacional unificada, os docentes das universidades federais pedem reajuste de 22,71%, dividido em três parcelas iguais de 7,06% em 2024, 2025 e 2026. Já o governo federal propõe reajuste zero este ano, e dois reajustes de 4,5% em 2025 e 2026.

O Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) ressaltou que, além do aumento salarial, a demanda é pela retomada de investimentos públicos nas instituições federais de educação, especialmente após a redução desses investimentos no governo anterior, sob Jair Bolsonaro (PL).

 

Gustavo Seferian, presidente da Andes e professor de direito da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), afirmou: “É crucial reestruturar a carreira dos professores e revogar medidas restritivas de direitos, de caráter regressivo, que foram implementadas nos últimos anos, incluindo aquelas relacionadas à previdência, que retiraram direitos e afetam diretamente a aposentadoria, além de medidas que limitam o exercício do direito de greve, entre outras”

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