Sérgio Oliveira

É comum se atirar pedras na classe política partidária, digamos assim, mas se observarem bem, a postura que se torna alvo maior das críticas, que é a luta pelo poder, é igual em todas as eleições e segmentos. Quem tinha alguma dúvida disso e ouviu o debate dos candidatos à presidência do ABC, Rádio Globo Natal, sentiu essa verdade. Perderam um bom tempo apenas atirando pedras na administração de Judas Tadeu, inclusive com candidato projetando retaliações futuras, caso seja eleito. Quando o espaço deveria ser de apresentar unicamente propostas, elege-se um candidato favorito para tentar denegrir sua imagem. Essa é ou não uma prática comum em todas as eleições quando existe um candidato favorito e outros correndo atrás para reverter o quadro? Faço o registro aqui para lamentar que isso tenha chegado ao futebol e, mais ainda, só expõe mais ainda o homem público, já que dois, dos três candidatos, são oriundos da política partidária, Fabiano Teixeira, prefeito de Serrinha, e José Adécio, deputado estadual. Usando uma linguagem do futebol, pisaram na bola.

SONHOS

Final e início de ano é tempo de avaliar o que passou e começar a planejar os dias que virão, com muito sonho, é claro. Por exemplo, nome identificado com o clube desde os tempos de atleta, o hoje treinador Jaime diz que quer o Flamengo muito grande em 2016. Querer dias melhores todos querem, o problema é como buscar isso. E, no caso do clube carioca, faz tempo, não se sabe sequer o rumo a ser tomado.

CONTRATANDO
Em Mossoró, enquanto o Potiguar botou o pé no freio com graves problemas de ordem financeira, o seu rival, o Baraúnas, com a máquina a todo vapor anunciando mais e mais jogadores para compor o elenco para o certame potiguar. O final de semana foi intenso, com mais dois atacantes. E, não duvidem, que a semana já tenha começado com plantel ampliado.

ADVERSÁRIOS
Os adversários dos dois mossoroenses na estreia do Estadual seguem em câmera lenta nas providências para o campeonato. O ASSU, desafio do tricolor que retorna à primeira divisão, já disse que usará como base o time campeão da segunda divisão. Já o Coríntians de Caicó, que pega o alvirrubro, vive situação igual aos mossoroenses, ou seja, sem dinheiro, ameaça de licenciamento e muitas dúvidas.

FORTE
Teoricamente, como tem acontecido desde que começou a disputar o Campeonato Estadual, o time do Globo segue com seus esforços para montar uma equipe competitiva. A meta é, no mínimo, continuar conquistando uma vaga em competições regional e nacional, leia-se, Copa do Nordeste e Campeonato Brasileiro da Série D. Dando brecha, também tem beliscado espaço na Copa do Brasil, embora de passagem curta nestas competições.

O RESPEITO VOLTOU E CAIU

Lamenta-se o terceiro rebaixamento do Vasco em oito anos, pela importância e grandeza do clube carioca no cenário brasileiro. Sem esquecer a imensa torcida que possui no território nacional, o que representante um enorme prejuízo financeiro para o clube e para o próprio futebol em sua principal divisão.
Porém, não tem como esquecer, um dos principais personagens da cena deprimente, o presidente Eurico Miranda. Quando reassumiu o cargo, criticando duramente o ex-presidente Roberto Dinamite, disse ele: “O respeito voltou”. Talvez, em todos os níveis, pensando poder fazer e ingerir como acontecia, por exemplo, entre os anos 70, 80 e até 90. Ledo engano e, respeito de nada, logo em seu primeiro ano de gestão o time sofre esse revés. Então, foram rebaixados: Avaí, Goiás, Figueirense e “o respeito voltou”. Melhor, não voltou.

INTERNACIONAL

Depois do Carnaval que ocupou no final de semana a área em torno da Arena das Dunas, as atenções agora se voltam para o seu interior. No campo, prepara-se para abrigar o Torneio Internacional de Futebol Feminino. Em Natal, já chegou inclusive a delegação brasileira. A bola vai rolar no período de 9 a 20 deste mês.

AS agressões verbais continuam entre o Santos e seu ex-jogador Neymar. Dinheiro.
CONTINUA rendendo o título do Palmeiras em cima do Santos, Copa do Brasil.
PALMEIRENSES apontam santista Ricardo Oliveira como algoz.
RIVALIDADE sim, agressões pessoais e falta de respeito não. Reclamam os palmeirenses.
PELO que se diz, Ricardo parece pregar uma coisa e, praticar outra.