Sérgio Oliveira

Lamentável, quando se fala em transformar o Brasil em um país olímpico, Mossoró deixa passar o cavalo selado, dito popular para quando se perde uma boa oportunidade. Esta semana, no nosso programa “Esporte Legal” da TV Câmara, canal 16 na TCM, eu conversei com o professor Zairo Mariano de Azevedo que contou uma história que penaliza o esporte local. Mossoró havia sido contemplada com quatro centro de referências de esportes olímpicos, a serem construídos pelo governo federal. O município entraria com a doação do terreno, em uma obra, cada um dos centros, orçada em R$ 4 milhões. Eis que, a administração local não deu nenhuma resposta à consulta feita e, por isso, Mossoró foi retirada do projeto. Alguém, desportista ou não, consegue medir o tamanho do prejuízo e do descaso? Em uma cidade onde o consumo de drogas e a criminalidade crescem no ritmo de um carro de Fórmula 1, dar-se ao luxo de abrir mão de tamanho benefício. Enquanto nossos gestores e, às vezes, até os opositores, não descerem do palanque político na luta pelo poder, o prejuízo maior fica com o município. Pensem nisso.

CAIU
Em uma daquelas peraltices mais comum nos atos do cartola de futebol, antes mesmo de começar a fase de treinos dos clubes, já caiu o primeiro treinador no Rio Grande do Norte. Na semana passada a direção do Palmeira de Goianinha-RN havia anunciado o treinador Marcos Manoel, mas não demorou muito. Logo na segunda-feira trocou de técnico e quem assumirá o time agora, dizem, é Marcos Ferrari.

SOLIDÁRIO
Antes de voltar sua atenção totalmente para o time do ASSU, o treinador Reginaldo Sousa abraçou a causa da solidariedade em apoio ao ex-jogador Thiago Messias, com quem conviveu no futebol da Paraíba. O ex-zagueiro enfrenta dificuldades financeiras e o treinador abraçou uma campanha para ajudá-lo. O período é propício para lembrar do próximo, então, procurem o treinador Reginaldo para apoiar sua iniciativa.

AUXILIARES-TÉCNICOS

Acertadamente, faz tempo, que a diretoria do Potiguar já trabalha com um grupo efetivo em sua comissão técnica, tendo o trabalho de apenas buscar o treinador, mas sem perder sua referência com a presença do professor Edinho Cardoso. Quem for trabalhar no alvirrubro já sabe, tem um auxiliar-técnico que é funcionário do clube.
Agora, igualmente correta, agiu a diretoria do Baraúnas ao apontar também um nome de sua confiança local para ocupar o cargo. A opção por Agnaldo Fidelis fecha com chave de ouro a iniciativa, pois se trata de rapaz que conhece do assunto e será muito útil a qualquer treinador, por tudo que sabe de futebol, especificamente do futebol potiguar. Assim, pontos e aplausos para as duas diretorias.

FÉRIAS

Rebaixado e já com sua participação na Série B do Brasileirão concluída, a diretoria do ABC agora terá um tempo para pensar no futuro. Deve liberar seus jogadores para um período, por sinal curto, de férias, e já traçar a próxima temporada. Tem pelo meio um processo eleitoral para ser realizado, o que deve retardar um pouco os projetos para 2016, pois o correto agora é esperar que essa questão seja resolvida e, o novo dirigente assuma o controle da situação após o fracassado ano do centenário. Vida que segue.