terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
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Reforma tributária é um dos desafios para as empresas em 2026

A ela, somam-se outros desafios, como a adoção e maturidade no uso de inteligência artificial, a entrada ainda maior da geração Z no mercado de trabalho e a flexibilidade para trabalhar de casa ou no modelo híbrido

Visão clara, objetivos concretos, estratégias bem comunicadas, planejamento e time flexível e capacitado, com mentalidade e ferramental corretos, são considerados requisitos mínimos para o sucesso, ou a sobrevivência, de uma empresa.

De acordo com Ricardo Pinheiro, sócio da N8x Educação, a condição suficiente para o sucesso, num ano de tantos desafios como 2026, será a capacidade de execução, também chamada disciplina de execução, ou seja, a capacidade real que uma empresa tem de levar seus planos a cabo, de realizar aquilo que vislumbrou e planejou. “Ela precisa transformar visão, objetivos e planejamento em ações práticas, pois são elas que geram resultados e valor para os stakeholders: clientes, acionistas, colaboradores, entre outros”, afirma o executivo.

Neste começo de ano iniciaram-se os testes e a transição da reforma tributária, cuja conclusão está prevista para 2033. Segundo Pinheiro, isso, por si só, já seria desafiador para muitas empresas. Também haverá Copa do Mundo, eleições e mais feriados prolongados, deixando um número de dias úteis significativamente menor se comparado a 2025. “Somam-se a isso tudo os já desafiadores temas de adoção e maturidade no uso da inteligência artificial e a entrada ainda maior da geração Z no mercado de trabalho, dando mais peso ao uso da tecnologia, à necessidade de transparência nas relações e à maior clareza de propósito das organizações, sem falar da flexibilidade desejada para trabalhar de casa ou no modelo de trabalho híbrido”, explica.

No mundo atual, as transformações cada vez mais consolidadas na forma de consumo e de se relacionar entre pessoas e entre empresas engrossam o caldo do desafio empresarial, fazendo organizações se adaptarem ao on-line e, muitas vezes, ao mobile first, que significa otimizar os canais de atendimento para quem os acessa via dispositivos móveis, como celulares inteligentes e tablets. “E algo mais recente, que vem ganhando muita força, é o social first, que posiciona as mídias sociais não apenas como um canal de distribuição, mas no centro do debate estratégico, sendo ponto de partida para todas as demais ações”, diz Pinheiro.

Nos últimos anos, tem havido muitas transformações nas áreas de marketing e de vendas das empresas, não apenas de consumo, mas em todos os setores da economia. As redes sociais, os criadores de conteúdo e influenciadores digitais e o próprio uso da inteligência artificial têm proporcionado um dinamismo que há poucos anos não se via. “Para ter sucesso, a empresa precisará de uma forte habilidade de fazer escolhas e, naturalmente, conviver com as renúncias. Isso  dependerá da clareza de propósito, de dados confiáveis sobre a realidade e, sobretudo, de método para tomada de decisão com segurança e responsabilidade”, analisa Pinheiro.

Para o executivo, atingir resultados excelentes não é sobre ter a estratégia ou o plano perfeito, é sobre ter visão, clareza e disciplina de execução. “É preciso garantir que existam sistemas de acompanhamento das ações para que elas, de fato, aconteçam. A ideia central é muito simples: uma empresa com uma estratégia clara e um plano razoavelmente bem estruturado que seja executado com excelência sempre superará um concorrente cuja estratégia é ultrassofisticada, mas cujo plano tenha ficado na gaveta, sem ser executado, ou tenha sido mal executado”, conclui Pinheiro.

 

Fonte Assessoria de Comunicação <[email protected]>

 

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