sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
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Professores da rede estadual de ensino do RN encerram greve e aceitam proposta de reajuste salarial

Os professores da rede estadual de ensino do Rio Grande do Norte aceitaram a proposta de reajuste salarial apresentada pelo Governo do Estado e encerraram a paralisação que já durava 1 mês. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do RN (SINTE), sindicato que representa a categoria, as aulas serão retomadas nesta quinta-feira (13).

De acordo com o Sinte, em assembleia realizada na manhã desta quarta-feira, 12, a maioria dos professores presentes votaram pela volta ao trabalho. Foram 272 votos contrários à continuidade da paralisação, 181 favoráveis à manutenção do movimento e 10 abstenções.

A principal demanda da categoria era é a implantação do reajuste de 14,95% no Piso Nacional do Magistério. Pela proposição aprovada, fica dessa forma, a implantação do novo piso:

– Aplicação de reajuste de 14,95% em abril (em folha suplementar) para os professores que ganham abaixo do piso, retroativo a janeiro;

– Aplicação de 7,21% em maio para todos que já recebem acima do piso (ativos, aposentados e pensionistas com paridade);

– Aplicação de 3,69% em novembro; (ativos, aposentados e pensionistas com paridade);

– Aplicação de 3,49% em dezembro (ativos, aposentados e pensionistas com paridade); e

– Retroativo quitado em 8 parcelas, entre maio e dezembro de 2024, contemplando ativos, aposentados e pensionistas com paridade.

Os custos para pagamento dos valores somam R$ 580 milhões, segundo informou Aldemir Freire, que está de saída da Secretaria de Planejamento do Estado, de acordo com o que foi confirmado pelo coordenador-geral do Sinte-RN, Bruno Vital.

 

Em nota, o Sinte afirma que “a greve cumpriu o papel de proteger a educação pública do esquecimento político, trazendo à luz os seus problemas e exigindo soluções que no final, são de interesse de toda a sociedade.”

Continuam: “Não estamos satisfeitos com o resultado. Afinal, o pagamento do reajuste em parcelas espaçadas e com sobras atiradas para o ano seguinte, fere a Lei do Piso. Mas não temos dúvida de que saímos vitoriosos, também economicamente. Basta ver a diferença entre a proposta rejeitada que nos levou à paralisação e a que foi finalizada pelo governo. Isso sem falar na Lei das Escolas de Tempo Integral; Lei do Porte das Escolas; Plano de Carreira dos Funcionários e a comissão do Concurso Público.

 

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