Polícia Militar prende quadrilha após roubar R$ 23 mil de banco em Natal

Homens do 5º Batalhão de Polícia Militar (5º BPM), com apoio das Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (Rocam), agiram rápido e prenderam ontem três elementos acusados de assaltar uma agência bancária na avenida Prudente de Morais, bairro de Lagoa Nova, em Natal. Os assaltantes (usando coletes a prova de bala) renderam os funcionários e em posse das armas dos seguranças do banco roubaram os malotes de dinheiro, contendo R$ 23 mil.

De acordo com a PM, foram presos em flagrante: Wellington Ferraz,Cleyson Oliveira de Santana,Deyvson Cleyton Pessoa da Silva eFábio Francisco dos Santos. A ação criminosa se deu logo no início, quando a quadrilha usou armamento para forçar a entrada na agência, que sequer havia sido aberta para atendimento ao público. Rendendo os funcionários e em posse das armas dos seguranças do banco, os ladrões levaram os malotes de dinheiro.

Avisados sobre o assalto, policias militares empreenderam perseguição à quadrilha, que usava um carro roubado para a fuga. Durante a perseguição, houve troca de tiros, que feriu o assaltante Wellington Ferraz, e um acidente com o carro usado pelos ladrões. Outros dois assaltantes, Cleyson Oliveira e Deyvson Cleyton, foram presos, um deles tentando fugir em um táxi.

Os acusados Cleyson e Deyvson foram conduzidos à Delegacia Especializada em Furtos e Roubos (Defur), enquanto Wellington foi encaminhado para atendimento hospitalar. Com o grupo os policias apreenderam seis armas, munições, quatro coletes balísticos, os malotes de dinheiro e o montante no valor de R$ 22.995,00. Durante os procedimentos de autuação dos acusados, foi recebida uma denúncia de que Fábio Francisco dos Santos estava escondido em uma residência, no bairro de Lagoa Nova, nas proximidades do assalto. A equipe policial se dirigiu ao local e prendeu o quarto integrante da quadrilha, que não ofereceu resistência.

Ainda segundo a PM, a quadrilha é de Pernambuco e estava hospedada em um hotel em Natal apenas para realizar o assalto. Há, inclusive, suspeitas de que o grupo tenha praticado crimes semelhantes, como o mesmo tipo de atuação operacional, no seu estado, o que já vem sendo apurado junto a Polícia Civil de Pernambuco.