Centro de Contingência
Após ter registrado o primeiro caso de coronavírus na capital paulista, o governo de São Paulo decidiu criar um centro de contingência para monitorar e coordenar ações contra a propagação do novo coronavírus. O centro será coordenado pelo infectologista David Uip.
O centro também terá profissionais do Instituto Butantan, médicos especialistas das redes pública e privada e terá a supervisão do Secretário de Estado da Saúde, José Henrique Germann.
Na primeira reunião do centro, nesta manhã, ficou acertado que os hospitais do estado que serão referência para o tratamento de casos graves serão o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, o Instituto de Infectologia Emílio Ribas, ambos na capital, o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto e o Hospital das Clínicas de Campinas, além do Hospital de Base de São José do Rio Preto e o Emílio Ribas do Guarujá.
Essas unidades têm cerca de 4 mil leitos, sendo mil deles em Unidade de Terapia Intensiva. Os hospitais privados também poderão integrar a rede e disponibilizar leitos, caso haja necessidade.
Segundo Kanamura, apesar do registro do primeiro caso no Brasil, não há razão para alarde. “Não há razão para pânico, mas é preciso estar alerta porque essa situação pode mudar a qualquer momento”, disse ele. “Isso não quer dizer que essa é a pior doença. Essa é mais uma doença que vamos ter que enfrentar e vencer”.
Segundo o infectologista David Uip, neste momento, o Brasil passa por uma estação de verão, quando é menor a possibilidade da transmissão do vírus. “Vírus gosta de frio, não gosta de calor, mas não sabemos como o vírus vai se comportar no Brasil”, disse.
O que se sabe sobre a doença, disse Uip, é que cada infectado transmite para outras duas ou três pessoas. As pessoas mais vulneráveis em todo o mundo são as que têm mais de 60 anos, principalmente acima de 80 anos, embora haja casos registrados também em crianças. O período de incubação da doença é de 14 dias.
Primeiro caso na América do Sul
O primeiro caso de Covid-19 foi diagnosticado na terça-feira (25), em um paciente do Hospital Israelita Albert Einstein. O exame foi enviado para contraprova no Instituto Adolfo Lutz, laboratório de referência nacional para análise de amostras casos suspeitos, que confirmou o resultado. Esse paciente esteve na Itália, a trabalho. Quando começou a apresentar sintomas, como tosse, coriza e febre, procurou o hospital, que confirmou a suspeita.
Além dos sintomas como febre, dificuldade para respirar, tosse ou coriza é preciso observar outros aspectos epidemiológicos, como histórico de viagem em área com circulação do vírus ou mesmo contato próximo a algum caso suspeito ou confirmado laboratorialmente para Covid-19. As áreas consideradas de risco hoje, em que houve confirmação de transmissão de coronavírus, são Itália, Austrália, China, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Camboja, Filipinas, Japão, Malásia, Vietnã, Singapura, Tailândia, Alemanha, França, Irã e Emirados Árabes Unidos.
“Quem é o caso suspeito? É a pessoa de qualquer idade que apresente febre, acompanhada por outros sintomas respiratórios que pode ser desde uma coriza nasal ou uma tosse”, disse Sato. Além disso, destacou ela, é observado se essa pessoa viajou recentemente. “[Além de apresentar sintomas, pessoas suspeitas são aquelas] que nos últimos 14 dias tenham vindo, além da China, desse conjunto de países que foi incluído [na lista feita pelo Ministério da Saúde]”.
Para prevenir a doença, o ideal é lavar as mãos constantemente com água e sabão ou álcool gel. Também é importante proteger o nariz e a boca quando espirrar.
Edição: Fábio Massalli do vírus. “Vírus gosta de frio, não gosta de calor, mas não sabemos como o vírus vai se comportar no Brasil”, disse.
O que se sabe sobre a doença, disse Uip, é que cada infectado transmite para outras duas ou três pessoas. As pessoas mais vulneráveis em todo o mundo são as que têm mais de 60 anos, principalmente acima de 80 anos, embora haja casos registrados também em crianças. O período de incubação da doença é de 14 dias.
Primeiro caso na América do Sul
O primeiro caso de Covid-19 foi diagnosticado na terça-feira (25), em um paciente do Hospital Israelita Albert Einstein. O exame foi enviado para contraprova no Instituto Adolfo Lutz, laboratório de referência nacional para análise de amostras casos suspeitos, que confirmou o resultado. Esse paciente esteve na Itália, a trabalho. Quando começou a apresentar sintomas, como tosse, coriza e febre, procurou o hospital, que confirmou a suspeita.
Além dos sintomas como febre, dificuldade para respirar, tosse ou coriza é preciso observar outros aspectos epidemiológicos, como histórico de viagem em área com circulação do vírus ou mesmo contato próximo a algum caso suspeito ou confirmado laboratorialmente para Covid-19. As áreas consideradas de risco hoje, em que houve confirmação de transmissão de coronavírus, são Itália, Austrália, China, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Camboja, Filipinas, Japão, Malásia, Vietnã, Singapura, Tailândia, Alemanha, França, Irã e Emirados Árabes Unidos.
“Quem é o caso suspeito? É a pessoa de qualquer idade que apresente febre, acompanhada por outros sintomas respiratórios que pode ser desde uma coriza nasal ou uma tosse”, disse Sato. Além disso, destacou ela, é observado se essa pessoa viajou recentemente. “[Além de apresentar sintomas, pessoas suspeitas são aquelas] que nos últimos 14 dias tenham vindo, além da China, desse conjunto de países que foi incluído [na lista feita pelo Ministério da Saúde]”.
Para prevenir a doença, o ideal é lavar as mãos constantemente com água e sabão ou álcool gel. Também é importante proteger o nariz e a boca quando espirrar.