Os primeiros habitantes da Terra – Parte 2

Conforme dissemos no artigo anterior com base nas informações do Espírito Emmanuel, os primeiros habitantes da Terra, no plano material, são as células albuminoides, as amebas e todas as organizações unicelulares, isoladas e livres.

Após uma série de fenômenos geológicos foram estabelecidos os contornos geográficos do globo, delineando oceanos e continentes com grandes extensões de terra firme.

“Os primeiros crustáceos terrestres são um prolongamento dos crustáceos marinhos. Seguindo-lhes as pegadas, aparecem os batráquios,que trocam as águas pelas regiões lodosas e firmes. Nessa fase evolutiva do planeta, todo o globo se veste de vegetaçãoluxuriante, prodigiosa, de cujas florestas opulentas e desmesuradas asminas carboníferas dos tempos modernos são os petrificados vestígios”, diz o Benfeitor Espiritual.

Nessa altura, a Natureza torna-se uma grande oficina de ensaios onde surgem os animais da era primitiva. “Todas as arestas foram eliminadas. Aplainaram-se dificuldades erealizaram-se novas conquistas. A máquina celular foi aperfeiçoada, nolimite do possível, em face das leis físicas do globo. Os tipos adequados àTerra foram consumados em todos os reinos da Natureza, eliminando-se os frutos teratológicos e estranhos, do laboratório de suas perseverantesexperiências. A prova da intervenção das forças espirituais, nesse vasto campo de operações, é que, enquanto o escorpião, gêmeo dos crustáceos marinhos, conserva até hoje, de modo geral, a forma primitiva, os animais monstruosos das épocas remotas, que lhe foram posteriores,desapareceram para sempre da fauna terrestre, guardando os museus do mundo as interessantes reminiscências de suas formas atormentadas”, afirma Emmanuel.

No período terciário, por influência do meio e da lei de seleção natural, o reino animal experimenta as mais estranhas transições. E nossa racionalidade procura os antepassados da criatura humana (continua na próxima terça-feira).