Mossoró registra crescimento de 13,14% na quantidade de empresas

O número de pequenas empresas no Estado cresceu 11,7% nos 10 primeiros meses deste ano em relação ao registrado no final de dezembro do ano passado. O levantamento foi divulgado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Em Mossoró, são 17.816 empresas ativas registradas, sendo que 16.777 se enquadram na categoria de Média e Pequena Empresa (MPE), o que equivale a 94,2% do total. Mossoró registrou crescimento de 13,14% na quantidade de empresas entre os anos de 2014 e 2015.

O Sebrae divulgou ainda que, de janeiro a outubro deste ano foram criadas 13.890 micro e pequenas empresas no território potiguar. Contudo, se comparado ao mesmo período do ano passado, houve retração de 2,8% nos novos cadastros na categoria.

De acordo com o Sebrae, de janeiro a outubro de 2014 foram criadas 14.288 micro e pequenas empresas, um crescimento de 14% em relação aos 10 primeiros meses de 2013.

Com relação a Mossoró, no ano passado a cidade possuía 15.746 empresas ativas, das quais 14.896 eram MPEs, o que equivale a 94,6% dos registros. Porém, até ontem, o ano de 2015 conta com 17.816 empresas, com 16.777 classificadas como de médio ou pequeno porte, representando 94,2% dos cadastros ativos. Os dados são do portal empresômetro, mantido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Aumento nas formalizações refletem as vantagens oferecidas aos empreendedores

Para o diretor técnico do Sebrae, João Hélio Cavalcanti, o aumento na quantidade de formalizações de negócios é reflexo do aumento do conhecimento dos empreendedores sobre as desvantagens de se manter na informalidade.
As empresas estão optando pela formalização devido à necessidade de crescimento, visto que informalmente, a captação de recursos é praticamente impossível devido às políticas de cessão de crédito.

Outro fator que contribui com o crescimento do setor é a quantidade de pessoas que buscam desenvolver outras atividades para obtenção de renda.

“A informalidade não é vantajosa e não traz competitividade como em cenários anteriores. Além do crédito caro, o informal tem um mercado restrito, deixando o passivo fiscal oneroso e prejudicial ao empreendedor. Os novos empresários vêm com uma formação melhor e trazem um conceito sobre empreendedorismo mais embasado”, disse o diretor técnico do Sebrae.