sábado, 31 de janeiro de 2026
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‘Incoerência’: Maia diz que eleições não podem estar à frente de salvar vidas

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou, em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (25), que considera “incoerente” a posição de prefeitos sobre o adiamento das eleições municipais de 2020, quando as cidades ainda passam por dificuldades em arrecadação devido à pandemia de coronavírus, mas, consideram viável realizar campanhas para que a eleição ocorra ainda em outubro.

Maia espera que a PEC que prevê o adiamento das eleições seja votada até a próxima semana.

“Temos uma pressão grande de prefeitos em relação a PEC, já sabíamos que a Câmara tem uma realidade diferente do Senado em relação a essa PEC, de hoje até a próxima semana vamos tentar construir as condições para votar”, afirmou.

O presidente da Câmara falou sobre a cobrança de prefeitos por recursos, em decorrência da crise gerada pela pandemia de coronavírus e, considerou incoerente o pedido de alguns líderes dos munícipios para que não haja adiamento das eleições.

“Acho que é incoerente quando o prefeito diz que ainda tem crise, que ainda precisa de recursos para a saúde e o mesmo prefeito dizer que está pronto para eleições em outubro. Todos médicos defenderam o adiamento, prefiro defender essa posição. Vimos pressão de prefeitos por recursos, a pandemia ainda atinge os municípios, cidades ainda precisando de leitos, arrecadação dos municípios caindo e, uma pressão grande de prefeitos por não ao adiamento? Então se não precisa mais adiar, é porque não tem mais crise; o que não é verdade”.

Para Maia, a realização das eleições em outubro dificultaria para os eleitores a possibilidade em conhecer melhor sobre os candidatos, uma vez que agosto e setembro, segundo o deputado, ainda não seriam meses seguros para a realização de campanhas políticas, levando em conta a pandemia no Brasil.

“Se cada prefeito olhar sua realidade local, a eleição não pode estar à frente de salvar vidas, eu defendo o adiamento porque acho que agosto e setembro será muito difícil que o eleitor pode conhecer de forma democrática e transparente seus candidatos e acho que nesse momento será difícil fazer campanha. Outubro não terá tudo resolvido, mas certamente a probabilidade de estar muito melhor, é uma realidade. Dependo de 308 deputados, mas eu defendo que sim”.

CNN

 

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