Sete pessoas investigadas por integrar um grupo criminoso que teria lavado mais de R$ 23 milhões do tráfico de drogas com compra de imóveis, fazendas, rebanhos bovinos e até com uso de igrejas, foram condenadas pela Justiça do Rio Grande do Norte.
📳Participe do canal do g1 RN no WhatsApp
Os investigados foram alvos da Operação Plata, deflagrada em fevereiro de 2023 pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte, com mandados cumpridos em oito estados e no Distrito Federal. As penas variam de 12 anos e oito meses de reclusão a mais 84 anos de reclusão
Na denúncia que resultou nas sentenças, o MP indicou que o grupo foi formado para o fim específico de cometer os crimes através da compra e transmissão de imóveis, realização de depósitos não identificáveis e distribuição de dinheiro em espécie.
“Os réus dissimulavam e ocultavam a origem e propriedade de bens e valores oriundos dos crimes praticados por dois irmãos, em benefício de familiares e pessoas próximas a eles. A suspeita é de que o grupo criminoso tenha lavado mais de R$ 23 milhões”, informou a corporação.
Grupo acusado de lavar dinheiro do tráfico de drogas com fazendas e igrejas é condenado no RN; penas são de até 84 anos de reclusão
Sete condenados foram investigados pela Operação Plata, deflagrada pelo Ministério Público do RN em 2023.
Por g1 RN
06/09/2024 13h17 Atualizado há 6 horas
Operação do MP cumpriu dezenas de mandados contra grupo suspeito de lavar dinheiro do tráfico de drogas em 2023 — Foto: MPRN/Divulgação
Operação do MP cumpriu dezenas de mandados contra grupo suspeito de lavar dinheiro do tráfico de drogas em 2023 — Foto: MPRN/Divulgação
Sete pessoas investigadas por integrar um grupo criminoso que teria lavado mais de R$ 23 milhões do tráfico de drogas com compra de imóveis, fazendas, rebanhos bovinos e até com uso de igrejas, foram condenadas pela Justiça do Rio Grande do Norte.
📳Participe do canal do g1 RN no WhatsApp
Os investigados foram alvos da Operação Plata, deflagrada em fevereiro de 2023 pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte, com mandados cumpridos em oito estados e no Distrito Federal. As penas variam de 12 anos e oito meses de reclusão a mais 84 anos de reclusão
Na denúncia que resultou nas sentenças, o MP indicou que o grupo foi formado para o fim específico de cometer os crimes através da compra e transmissão de imóveis, realização de depósitos não identificáveis e distribuição de dinheiro em espécie.
“Os réus dissimulavam e ocultavam a origem e propriedade de bens e valores oriundos dos crimes praticados por dois irmãos, em benefício de familiares e pessoas próximas a eles. A suspeita é de que o grupo criminoso tenha lavado mais de R$ 23 milhões”, informou a corporação.
LEIA MAIS
Operação cumpre mandados em oito estados e DF contra grupo suspeito de lavar dinheiro do tráfico de drogas com fazendas, rebanhos e igrejas
Casal suspeito de lavagem de dinheiro em igreja é preso em condomínio de alto padrão em Sorocaba
Casal suspeito de lavar dinheiro do tráfico em igrejas é investigado por patrimônio de mais de R$ 6 milhões
Operação cumpre mandados no CE contra suspeitos de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas
Justiça do RN recebe denúncia contra 7 membros de grupo acusado de lavar dinheiro do tráfico de drogas com fazendas e igrejas
Mais 12 pessoas viram rés em processo no RN que apura lavagem de dinheiro do tráfico de drogas com fazendas e igrejas
A operação do MPRN foi desenvolvida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) com o apoio da Polícia Militar do RN e dos Ministérios Públicos de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Bahia, Ceará e Paraíba e, ainda, do Departamento Penitenciário Nacional (Depen).
As investigações que culminaram na ação foram iniciadas em 2019, com o objetivo de apurar o tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas, além do crime de lavagem de dinheiro.
Segundo o MP, o esquema era liderado por Valdeci Alves dos Santos, também conhecido por Colorido. Valdeci é originário da região do Seridó potiguar e era apontado, até 2022, como a segunda liderança do Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa que surgiu nos presídios paulistas e que tem atuação em todo o Brasil e em países vizinhos.
Valdeci teria como braço-direito um irmão dele, Geraldo dos Santos Filho, também já condenado pela Justiça por tráfico de drogas. Pastor Júnior, como é conhecido, foi preso em 2019 no Estado de São Paulo por uso de documento falso e estava cumprindo a pena em regime semiaberto.
Investigação
A investigação realizada pelo MPRN revelou que indivíduos com nenhuma ou quase nenhuma renda declarada movimentaram milhõe o s de reais sem justificativa aparente.




