Deputados do RN apoiam proposta de “HUB Terrestre” em audiência

O Plano de Desenvolvimento Sustentável e a implementação de um “HUB Terrestre” em Parnamirim será elaborado por um grupo de trabalho formado por órgãos estaduais e municipais, consultorias econômicas, sociedade civil organizada, setor empresarial e demais agentes relacionados ao projeto. O encaminhamento foi feito ontem, em audiência pública realizada para debater o tema, no Parque Aristófanes Fernandes, Parnamirim. A apresentação da proposta, feita pelo deputado e propositor da audiência, Carlos Augusto Maia (PTdoB), recebeu total apoio do setor empresarial e público.

“Essa é uma estratégia de desenvolvimento, de crescimento sustentável para um dos municípios mais importantes da região metropolitana de Natal. Com ela, o RN pode se transformar em um complexo logístico do Nordeste com importância nacional. É uma grande expectativa para Parnamirim e uma alternativa de desenvolvimento para o RN, principalmente nesse momento que aguardamos a resposta do HUB da Latam”, destacou o deputado.

O projeto de criação de um “HUB Terrestre” em Parnamirim tem o apoio do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira de Sousa (PMDB). “A propositura do deputado Carlos Augusto Maia demonstra a reafirmação do nosso compromisso, como legisladores, com o crescimento econômico do Rio Grande do Norte, ao passo que serão discutidas medidas que poderão mudar significativamente uma das mais importantes cidades da região metropolitana de Natal, a terceira maior de nosso Estado. Em um momento em que os indicadores industriais e econômicos não são favoráveis, precisamos de alternativas eficazes de recuperação e crescimento”, destacou.

O “HUB Terrestre” é um centro de atividades logísticas – concentração, processamento, fracionamento e distribuição de cargas, que envolve comércio e indústria de mercadorias e produtos em geral. Parnamirim tem vocação natural para essas atividades por conta da localização geográfica, da proximidade da capital Natal e da posição estratégica em relação aos pontos de conexão aérea (aeroporto), marítima (portos), ferroviário (inclusive o VLT) e, sobretudo, terrestre pela confluência das principais rodovias – BRs 101, 304 e outras que se ligam a essas. Também pela disponibilidade de áreas com boa infraestrutura de energia, água, telefonia, internet e acessos.