Câmaras Cíveis do TJRN produzem mais de 54 mil atos judiciais em 2020

As três Câmaras Cíveis do TJRN encerram o ano de 2020 com um saldo, relacionado ao quantitativo de julgamentos realizados no ano de 2020, considerado positivo pelos desembargadores e servidores que fazem parte dos órgãos julgadores. De acordo com os dados, divulgados no final da sessão ordinária da 2ª Câmara Cível, nesta terça-feira (15), presidida pelo desembargador Ibanez Monteiro, o número de processos julgados se manteve sempre acima do montante de recursos que chegaram aos gabinetes. No total, sem considerar a semana atual, foram julgados 39.2273 processos e produzidos 15.315 despachos, o que totaliza – levando ainda em conta as decisões proferidas, 54.590 atos judiciais apreciados pelos 12 desembargadores integrantes dos órgãos julgadores cíveis do TJRN. Ibanez Monteiro destaca ainda que a produtividade deve aumentar, pois ainda não foram acrescentados o número de julgamentos dos três órgãos desta última semana de trabalho do atual ano jurisdicional.

“Os 12 desembargadores, que compõem as Câmaras Cíveis, tiveram mais de 28 mil processos distribuídos. Portanto, ao vermos os números, podemos dizer que esse “saldo” foi bem “positivo””, enfatiza Ibanez Monteiro, o qual destaca que os magistrados de segunda instância mantiveram uma média semelhante, em relação aos processos que chegaram nos gabinetes e o quantitativo dos que foram julgados.

Na sessão, como exemplo, Ibanez Monteiro divulgou os números da desembargadora Judite Nunes, cujo gabinete recebeu 2.447 processos e julgou 3.588. Ritmo também contabilizado com o desembargador Virgílio Macêdo Jr., que teve, no gabinete, 2.474 processos distribuídos e um total de 2.900 julgados. Saldo também acompanhado pelo presidente da 2ª Câmara Cível, a qual teve um total de 2.397 processos recebidos e 2.963 julgados, além das decisões proferidas e despachos.

“Mesmo com todas as turbulências deste ano, conseguimos atingir as metas e produções”, avaliou o desembargador Ibanez Monteiro, que completa: “não sei se caso não houvessem essas circunstâncias de 2020 se os números não seriam mais altos”, considera o magistrado, ao ressaltar que os números contabilizados dão a sensação de “gratificação”, no contexto das dificuldades e adaptações trazidas na rotina de trabalho. “Nos esforçamos muito. Mas, conseguimos produzir muito”, conclui.