As eleições e a 2ª onda

A quem culpar pelo aumento dos casos de Covid-19?

Quando a pandemia do coronavírus estourou no Brasil, defendi que as eleições municipais fossem adiadas para 2022.

Sempre defendi a unificação das eleições como forma de oxigenar os atores políticos e baratear as eleições.

Não são apenas os políticos que gastam muito dinheiro nas eleições. O poder público também. O dinheiro que a Justiça Eleitoral usa para bancar urnas eletrônicas, software de “super computador” e muitas outras coisas na eleição vem de recursos público da união, os carros emprestados que pede aos municípios custam muito, os mesários e fiscais convocados têm vários dias de folga por cada dia de treinamento ou trabalhado para as eleições. Aqui estão apenas alguns exemplos.

Estava claro que não teríamos vacina ou remédios que curassem com tanta eficácia em tão pouco tempo. Mesmo adiando as eleições, não teríamos segurança. As pessoas que teriam passado tanto tempo enclausuradas iriam para as ruas, muitos políticos fariam de tudo para juntar gente em suas movimentações.

Com esse conjunto todo, o resultado não poderia ser diferente. Estamos vendo os números de pessoas infectadas aumentarem substancialmente.

O TSE e o Congresso Nacional deveriam ter adiado as eleições para 2022 e lá votarmos em vereador, prefeito, deputado estadual, deputado federal, senador, governador e presidente. Assim não teríamos esse aumento no número de casos de pessoas doentes com covid-19.