Alunas de enfermagem orientam sobre as prioridades no atendimento do HRTM

Alunas de curso de Enfermagem da Universidade Potiguar (UnP) realizaram ontem ação no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) para orientar a população sobre como é feita a classificação de risco e acolhimento de pacientes. As estudantes distribuíram panfletos sobre a prioridade de atendimento no HRTM a fim de diminuir a superlotação.

“Nossa intenção é orientar as pessoas para que elas busquem atendimento na unidade de saúde adequada. O HRTM é uma unidade para atendimento de urgência e emergência, dando prioridade aos casos mais graves. É importante que as pessoas entendam este processo”, disse a aluna Naiane Santiago.

As estudantes explicam que a ideia da orientação aos usuários surgiu durante estágio no Hospital Regional Tarcísio Maia. Elas contam que casos de pacientes fora das classificações vermelha e amarela, prioridades da unidade, deveriam ser encaminhados às Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) ou até mesmo Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

“Muitas vezes, por exemplo, casos de baixa complexidade que chegam ao HRTM acabam levando mais tempo para serem atendidos que se fossem para uma UPA ou UBS, pois aqui a prioridade são casos mais graves”, explica a estudante Francisca das Chagas da Costa.
O trabalho de classificação de risco é feito pelas equipes de enfermagem levando em consideração os sinais vitais e queixas dos pacientes.

Os quadros são separados em quatro níveis representados pelas cores vermelha, amarela, verde e azul

VERMELHO: atendimento imediato, com alto risco de morte. Nele, sinais de vida estão ausentes ou alterados a um nível perigoso;

AMARELO: atendimento prioritário. Sinais de vida alterados;
VERDE: caso menos grave, necessitando basicamente de exames, medicamentos e observação por algumas horas;

AZUL: quadros sem risco de morte imediata. Possíveis de serem resolvidos em UBSs, UPAs ou em unidades especializadas.