sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
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RN adere a pacto global de redes de energia durante a COP30

A governadora Fátima Bezerra assinou nesta terça-feira (11), durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), em Belém (PA), a adesão do Rio Grande do Norte ao Compromisso Global de Redes e Armazenamento (Grids and Storage Pledge).

“A adesão mostra que o Rio Grande do Norte está firmemente comprometido com a aceleração da transição energética justa, com a expansão das energias renováveis e com o fortalecimento da infraestrutura necessária para garantir segurança energética, desenvolvimento sustentável e resiliência climática”, afirmou a governadora, durante a assinatura do documento.

Organizado pela Aliança Global de Energias Renováveis (GRA) ainda durante a COP29, que aconteceu no Azerbaijão, o pacto reúne governos, instituições financeiras e o setor privado com o objetivo de acelerar a transição energética mundial. Ao todo, 64 países já assinaram o compromisso, incluindo o Brasil.

Com a adesão, o Rio Grande do Norte se junta à rede global comprometida com a descarbonização e melhoria da eficiência energética. Segundo a governadora Fátima Bezerra, o estado já avança de forma consistente no processo de transição verde, com 99,3% de sua matriz elétrica proveniente de fontes renováveis.

“Esses resultados refletem o protagonismo do Rio Grande do Norte na transição energética e seu compromisso com um futuro de baixo carbono e alto valor ambiental”, reforçou Fátima Bezerra.

O compromisso estabelece uma meta global de instalar 1.500 gigawatts de capacidade de armazenamento de energia até 2030. O acordo prevê também a expansão e modernização de 25 milhões de quilômetros de redes elétricas no mesmo período.

A iniciativa está alinhada ao Acordo de Paris e busca garantir a segurança energética e uma maior capacidade de integração de fontes como a solar e a eólica.

O documento assinado também destaca a importância de garantir financiamento, inovação tecnológica e capacitação profissional. Além disso, o texto ressalta a necessidade de inclusão social, com a participação de mulheres, povos indígenas e comunidades locais no planejamento de soluções energéticas.

Segundo a Aliança Global de Energias Renováveis, entidade que reúne as principais associações do setor em todo o mundo, o pacto global prevê o acompanhamento dos resultados no combate às mudanças climáticas e o avanço rumo a transições energéticas justas e inclusivas, que deverão ser apresentados em futuras conferências do clima da ONU.

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