A investigação sobre a existência de uma estrutura paralela na Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo Bolsonaro alcança também a cúpula da agência indicada pelo governo Lula.
Prova disso é a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que impediu o compartilhamento das investigações da PF com a corregedoria da Abin. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, tinha dado a mesma recomendação.
A suspeita é de ‘conluio’ da direção indicada por Lula com antigos diretores para atrapalhar as investigações.
Foi essa situação que levou à queda, ainda em janeiro, do então número 2 da Abin, Alessandro Moretti.
Ex-chefe da Inteligência da PF no governo Bolsonaro, Moretti teria alertado investigados sobre a operação. Ele nega as acusações.




