segunda-feira , 18 de fevereiro de 2019
Home / Destaques / Ufersa e UFMS fomentam pesquisas de geoprocessamento para Caatinga e Pantanal
Estudantes da Ufersa e da UFMS em atividades de campo pelo parceria firmada entre as duas universidade para pesquisas envolvendo o Pantanal e a Caatinga. Crédito: Foto Cedida
Estudantes da Ufersa e da UFMS em atividades de campo pelo parceria firmada entre as duas universidade para pesquisas envolvendo o Pantanal e a Caatinga. Crédito: Foto Cedida

Ufersa e UFMS fomentam pesquisas de geoprocessamento para Caatinga e Pantanal

Um Termo de Cooperação firmado entre a Universidade Federal Rural do Semi-Árido e a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – UFMS aproxima os estudos e pesquisas envolvendo a Caatinga e o Pantanal brasileiro através do projeto “Inventário de Carbono e Aplicação do Sensoriamento Remoto no Estudo da Cobertura Vegetal de Florestas Nativas do Chaco Sul-matogrossense e da Caatinga Potiguar”.

A iniciativa visa a ampliação e consolidação dos estudos sobre o fluxo de carbono do Bioma Caatinga, particularmente da fitofisionomia do Oeste Potiguar e da Savana Estépica, o Chaco, no Mato Grosso do Sul. Os estudos deverão dar subsídios à administração pública para viabilizar o desenvolvimento regional tendo as florestas como parte ativa.

Uma das ações da parceria está no intercâmbio de estudantes de graduação, da pós-graduação e pesquisadores das duas instituições. Gabriel Leme Tscherne Pereira é o primeiro da equipe a desembarcar no semiárido, onde passou uma semana em atividades pelo Projeto. Ele cursa o 5º período de Geografia na federal sul-mato-grossense e integra o grupo do Laboratório de Geoprocessamento para Aplicações Ambientais (LabGIS/UFMS).

“Já na viagem eu fiquei surpreendido com as diferenças do que eu ia encontrando”, relata o estudante. Acompanhado por professores e alunos da Ufersa, Gabriel Leme vivencia um período de imersão para compreender as características da Caatinga e, ao mesmo tempo, está contribuindo no processo de análises de imagens por satélite através de sensoriamento remoto sobre questões ambientais.

A mesma experiência vivida por Gabriel será repetida por estudantes da Ufersa, que deverão ir ao Pantanal no segundo semestre deste ano para visitas às áreas de estudo e verificação dos dados do satélite. Na Ufersa, as atividades contam à disposição o Laboratório de Conservação da Natureza do curso de Engenharia Florestal.

“É uma oportunidade muito rica para os estudantes, que dialogam com outras experiências, outros estudantes e instituições, e ainda mais importante para o desenvolvimento das pesquisas que estão sendo lideradas para a busca de soluções e desenvolvimento nessas regiões”, comenta Marco Antônio Diodato, professor da Ufersa que divide a responsabilidade pela cooperação com o professor Antônio Conceição Paranhos, da UFMS.

 

Portal Ufersa