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TIRO DE GUERRA – MOSSORÓ – COMO COMEÇOU – Wilson Bezerra

Lembro-me do ano de 1959, quando fiz a minha inscrição para prestar exame no Tiro de Guerra em Mossoró, que naquele tempo era identificado com TG – 188.

Éramos 131 pretensos reservistas que passariam a compor a corporação militar sob o comando dos sargentos Milton e Hemetério e o Cabo Pereira como corneteiro responsável pela Ordem Unida.

Não existia o mínimo interesse em saber sua origem em tempos passados. Só agora, quando passamos a nos interessar pela história, é que buscamos conhecer dados suficientes ao nosso entendimento. Seu início faz parte de uma história nos idos de 1909, quando da Fundação da Sociedade do Tiro de Guerra, isto lá para o dia 06 de novembro do mesmo ano.

Segundo o historiador Lauro da Escóssia, no estudo sobre a Cronologia Mossoroense, esta corporação foi confederada sob o numero 42, em pleno gGoverno do presidente Marechal Hermes da Fonseca. Em março de 1921 foi restruturado por meio de uma eleição aclamativa, na ocasião sendo escolhido para presidi-lo o senhor Francisco Negócio da Silva, quando era prefeito da cidade o senhor Amâncio Leite, quando exercia o cargo de orientador e coordenador o tenente do Exército Jônatas Luciano.

O serviço militar, para determinada categoria de pessoas, era obrigatório, caso contrário, quem não servisse nesta corporação, teria que ir pra Natal, sob pena de ser considerado irregular na sociedade civil.

No ano de 1933, quando comandava a guarda mossoroense o sargento Amaro Potengy da Silva, pertencente ao 29º BC, foi selecionada a primeira turma de atiradores, composto dos mossoroenses, entre outras figuras, Francisco Fernandes Sena, Lauro da Escóssia, Manoel Messias Soares, Antônio Falcão Freire, João Rebouças Leite, João Agostinho Soares, Irani de Almeida Costa, Almir de Almeida Castro, Francisco Felício de Morais, Júlio Maciel, Joel Ricarte, Alcindo Costa, José Pereira de Souza, Trajano de Miranda Filgueira, Jansen Nogueira da Costa, Enéas da Silva Negreiros, Viriato Álvares da Silva, Alcindo Costa, Lídio Freire da Rocha, cujos nomes fazemos questão de frisar para recordação de muitos desta época que chegaram a conhecer algumas dessas pessoas, como é o nosso caso.

Era tradição os prefeitos na cidade serem presidentes da instituição militar, o doutor Dix-huit Rosado durante seus mandatos, quando na época era TG 07/010.