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PF – Jornal O Mossoroense https://www.omossoroense.com.br Jornal centenário de Mossoró. Órgão de notícias. Sun, 23 Feb 2020 11:30:45 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.6.17 Polícia Federal pede prisão de Dilma e Mantega, mas Fachin nega https://www.omossoroense.com.br/policia-federal-pede-prisao-de-dilma-e-mantega-mas-fachin-nega/ Wed, 06 Nov 2019 01:07:49 +0000 http://www.omossoroense.com.br/?p=56041 Na ação deflagrada na manhã desta quinta-feira, para investigar o repasse de R$ 40 milhões para políticos do MDB, a Polícia Federal, chegou a solicitar a prisão da ex-presidente Dilma Rousseff, do ex-ministro Guido Mantega, do ex-presidente do SenadoEunício Oliveira e do ex-senador Valdir Raupp. Nenhum deles tem foro privilegiado, por não ocuparem mais cargo público.

PF solicitou também a prisão preventiva do ministro Vital do Rêgo, do Tribunal de Contas da União (TCU), mas todas essas solicitações de encarceramento foram negadas pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), responsável por autorizar o cumprimento dos mandados.

Para a Polícia Federal, as prisões temporárias seriam necessárias para impedir interferências e garantir a continuidade das diligências. “É imprescindível a decretação da prisão temporária dos investigados de maior relevância nos crimes praticados pela associação criminosa, bem como daqueles que atuaram na entrega e no recebimento em espécie das quantias ilícitas”.
Ao ser consultada, a Procuradoria-Geral da República (PGR), também foi contra a restrição de liberdade dos investigados, alegando que não existem elementos suficientes para justificar esta medida.
Além dos já citados, estão entre os alvos da operação, os senadores Renan Calheiros (MDB-AL), Eduardo Braga (MDB-AM) e Jader Barbalho. Os três negam envolvimento nos crimes apontados pela PF e as respectivas defesas declaram o interesse em esclarecer os fatos” e que continuam à disposição da Justiça para os devidos esclarecimentos.
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Empresa grega é suspeita do vazamento de óleo, diz Polícia Federal https://www.omossoroense.com.br/empresa-grega-e-suspeita-do-vazamento-de-oleo-diz-policia-federal/ Fri, 01 Nov 2019 14:48:54 +0000 http://www.omossoroense.com.br/?p=55956 A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (1º) a Operação Mácula, com objetivo de investigar uma embarcação grega suspeita de ter causado o derramamento de óleo que atingiu mais de 250 praias nordestinas brasileiras.  A embarcação grega teria atracado em 15 de julho na Venezuela, onde ficou por três dias antes de seguir a Singapura, via África do Sul.

“O navio grego está vinculado, inicialmente, à empresa de mesma nacionalidade, porém, ainda não há dados sobre a propriedade do petróleo transportado pelo navio identificado, o que impõe a continuidade das investigações”, informou a PF.

Os dois mandados de busca e apreensão expedidos pela 14ª Vara Federal Criminal de Natal (RN) estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro, em sedes de representantes e contatos da empresa grega no Brasil.

As investigações começaram em setembro e contaram com a participação da Marinha, do Ministério Público Federal, do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente, da Agência Nacional do Petróleo, Universidade Federal da Bahia, Universidade de Brasília e Universidade Estadual do Ceará, além de uma empresa privada do ramo de geointeligência.

Dessa forma foi possível localizar a mancha inicial do óleo, a 700 km da costa brasileira (em águas internacionais), de extensão ainda não calculada. A partir da localização da mancha inicial, foi possível estimar que o derramamento deve ter ocorrido entre os dias 28 e 29 de julho. Fazendo uso de técnicas de geociência, foi possível chegar “ao único navio petroleiro que navegou pela área suspeita”, naquela data.

A Polícia Federal solicitou diligências em outros países, a fim de obter mais dados sobre a embarcação, a tripulação e a empresa.

A PF informou, ainda, que está realizando “diversos exames periciais no material oleoso recolhido em todos os estados brasileiros atingidos, bem como exames em animais mortos, já havendo a constatação de asfixia por óleo, assim como a similaridade de origem entre as amostras”.

 

Agência Brasil

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Indígenas criticam conduta da PF em caso que apura ataque em território waiãpi https://www.omossoroense.com.br/indigenas-criticam-conduta-da-pf-em-caso-que-apura-ataque-em-territorio-waiapi/ Sat, 03 Aug 2019 16:10:45 +0000 http://www.omossoroense.com.br/?p=53621 Lideranças indígenas que acompanham os desdobramentos do ataque sofrido por moradores da Terra Indígena Waiãpi (TIW), no Amapá, na semana passada, estão em estado de alerta diante das investigações. Eles se queixam da conduta da Polícia Federal (PF), que abriu inquérito no último domingo (28) para apurar os fatos. Na terça (30), em nota divulgada à imprensa, o órgão afirmou que não localizou, durante as diligências, “invasores ou vestígios da presença de não índios nos locais apontados pelos denunciantes”.

A presença dos agentes da PF na área se deu após contato feito por indígenas, que acionaram também a Funai durante o último final de semana para denunciar a presença de homens armados vistos pela comunidade em pontos do território na sexta (26).

Em um memorando produzido no sábado (27), representantes regionais da Funai oficiaram a presidência e outros departamentos do órgão para informar sobre a morte do cacique Emyra Wãiapi, de 68 anos, cujo corpo havia sido encontrado pela comunidade na terça (23). No documento, os agentes da Funai fizeram referência à presença de não indígenas no local.

“Com base nas informações coletadas pela equipe em campo, podemos concluir que a presença de invasores é real e que o clima de tensão e exaltação na região é alto”, aponta a correspondência.

Na nota oficial publicada, a PF afirmou que “policiais federais percorreram uma grande área, realizando vistoria em conjunto com os policiais da COE/PM/AP [Companhia de Comandos e Operações Especiais da PM do estado], que são referência no estado em rastreamento e combate em áreas de mata, e nada foi encontrado”. O caso continua sob investigação do órgão por meio de um inquérito policial que investiga a morte do cacique e a suspeita de invasão.

A versão da PF é contestada pelas comunidades locais, segundo as quais as diligências não teriam contado com uma busca detalhada na mata do território. É o que afirma também Kleber Karipuna, da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileria (Coiab), que acompanha o caso.

“Eles não acharam vestígios de invasão porque não foram fazer uma investigação séria, com responsabilidade. Foram fazer uma andança só lá na aldeia, e os homens não estão aparecendo nas aldeias, e sim em regiões de igarapés, aonde a Polícia Federal e o Exército não foram”, aponta o líder.

O discurso da PF também foi encampado pelo Ministério Público Federal (MPF), que investiga o caso por meio de dois inquéritos. Em coletiva de imprensa na última segunda (29), o procurador da República Rodolfo Lopes antecipou a manifestação da PF, que ainda não havia se pronunciado oficialmente sobre o caso, afirmando que não teriam sido encontrados indícios de garimpo nem da presença de não indígenas.

“Nessa área, não há registro de conflito. Não há resquícios de pegadas, marcas de fogueira ou restos deixados”, acrescentou Lopes, num discurso que foi recebido com preocupação pelas comunidades. Como resultado, nesta sexta (2), indígenas e entidades da sociedade civil organizaram um protesto em frente à sede do MPF em Macapá (AP).

“É [para] reforçar a importância de fazer uma investigação um pouco mais aprofundada, detalhada e que busque, de fato, os verdadeiros indícios relacionados à invasão, porque os indígenas estão relatando quase que diariamente que veem invasores. A gente está junto com o Ministério Público, mas que ele cumpra o seu papel de intermediador nesse processo e que cobre dos órgãos de responsabilidade, da segurança pública pra fazerem essa investigação com mais profundidade e seriedade”, afirmou Kleber Karipuna.

Por estar vinculada ao Ministério da Justiça, a Polícia Federal está sob a batuta de Sérgio Moro. O caso dos waiãpi vem sendo acompanhado por diferentes atores, entre eles o líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Em entrevista ao Brasil de Fato, o parlamentar criticou a conduta do governo no caso.

“Eu tenho que acreditar em alguma instituição e não acredito na conduta por parte do Poder Executivo. Se eu não acreditar que pelo menos o MPF vai ter uma conduta mais isenta e cumprir o seu papel institucional de apoio ao povo indígena, não restará mais ninguém. Eu tenho esperança de que eles [procuradores] possam dar uma condução de esclarecimento dos fatos”, acrescentou.

Comunidade

Diante da continuidade dos relatos de moradores do TIW sobre a presença de invasores na área ao longo desta semana, os integrantes do território têm cobrado, em diferentes notas públicas, a presença permanente de agentes da PF no local para garantir a seguranças dos indígenas.

O último documento, assinado pelo Conselho das Aldeias Wajãpi-Apina na quinta (1º), narra também as dificuldades que os indígenas têm tido diante do caso. A TIW tem 47 aldeias e reúne cerca de 1.300 pessoas.

“Quando amanheceu no dia 27 de julho, nossos parentes abandonaram a aldeia Yvytõtõ e foram para a aldeia Kanikani para se juntar com outras famílias. Até agora, algumas comunidades da região do Mariry estão deixando suas aldeias para se juntar com outras para se protegerem e as mulheres estão com medo de ir para as roças. Nossos guerreiros estão fazendo equipes para buscar rastros dos invasores e por isso não estão saindo para caçar. Isso está prejudicando muito a nossa vida”, relata o Conselho.

Brasil de Fato tentou ouvir a Polícia Federal, mas o órgão informou que não iria se manifestar. A reportagem também procurou o MPF no Amapá para tratar do protesto desta sexta-feira, mas a assessoria de imprensa da instituição não atendeu as ligações. Já a Funai informou apenas que continua acompanhando o caso.

 

Brasil de Fato

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PF detém quatro suspeitos de invadir telefone de Sergio Moro https://www.omossoroense.com.br/pf-detem-quatro-suspeitos-de-invadir-telefone-de-sergio-moro/ Tue, 23 Jul 2019 21:40:26 +0000 http://www.omossoroense.com.br/?p=53335

Agência Brasil  Brasília

Policiais federais detiveram hoje (23), no estado de São Paulo, quatro suspeitos de acessar, sem autorização, o telefone celular do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. Os detidos também são suspeitos de terem interceptado e divulgado parte das comunicações do ministro.

Em nota, a Polícia Federal se limitou a informar que os quatro suspeitos foram detidos em caráter temporário nas cidades de Araraquara, São Paulo e Ribeirão Preto e integram uma organização criminosa que pratica crimes cibernéticos. Também foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão.

A operação foi batizada de Spoofing, expressão relativa a um tipo de falsificação tecnológica, que procura enganar uma rede ou uma pessoa fazendo-a acreditar que a fonte de uma informação é confiável quando, na realidade, não é.

Ainda de acordo com a PF, as investigações seguem para que sejam apuradas todas as circunstâncias dos crimes praticados. Procurado, o ministro Sergio Moro ainda não se pronunciou sobre o assunto.

A assessoria da PF informou que, por ora, não fornecerá detalhes a fim de não atrapalhar as investigações.

No começo de junho, o Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que hackers tinham tentado invadir o telefone celular de Moro. De acordo com a pasta, o ministro só percebeu a tentativa no dia 4 de junho, quando recebeu uma ligação do seu próprio número. Após a chamada, Moro recebeu novos contatos por meio do aplicativo de mensagens Telegram, que o ministro afirma que já não usava há cerca de dois anos. Imediatamente, o ministrou abandonou a linha e acionou a Polícia Federal.

Dias depois, trechos de mensagens que o ministro trocou com procuradores da força-tarefa da Lava Jato, do Ministério Público Federal (MPF), passaram a ser divulgados por veículos de imprensa, principalmente, pelo site The Intercept Brasil. Segundo o site, os arquivos foram entregues por uma fonte anônima.

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PF desarticula grupo responsável por fraudes bancárias na internet https://www.omossoroense.com.br/pf-desarticula-grupo-responsavel-por-fraudes-bancarias-na-internet/ Tue, 04 Jun 2019 16:44:42 +0000 http://www.omossoroense.com.br/?p=51923 A Polícia Federal (PF) deflagrou, hoje (4), a Operação Singular, para combater a criminalidade cibernética. Por meio de modernas técnicas de investigação digital, desenvolvidas pela PF no ambiente da deep web (nome que se dá à camada da internet que não pode ser acessada através de mecanismos de busca, como o Google, por exemplo), chegou-se a uma organização criminosa com abrangência nacional, integrada por inúmeras pessoas, das quais sete foram identificadas como seus líderes.

Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão e cinco de prisão preventiva, nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul e Ceará. Um dos investigados permanece foragido.

O principal crime cometido é a fraude bancária eletrônica, com o roubo de dados de cartões de crédito e sua posterior revenda. Foi identificado que um dos hackers da quadrilha invadiu o sistema informático de uma grande empresa responsável pela elaboração de concursos e cobrava valores em criptomoedas para aprovar candidatos que conseguissem chegar à segunda fase do certame.

O crime de formação de organização criminosa prevê pena de 3 a 8 anos de reclusão. Já o furto de cartões de crédito prevê de 2 a 8 anos de prisão. Por fim, o crime de invasão de dispositivo informático, pena de 1 a 4 anos.

 

Agência Brasil

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Nova apreensão de cocaína no Porto de Natal https://www.omossoroense.com.br/nova-apreensao-de-cocaina-no-porto-de-natal/ Tue, 14 May 2019 09:40:47 +0000 http://www.omossoroense.com.br/?p=51369 A Polícia Federal do Rio Grande do Norte apreendeu nova carga de cocaína escondida em  carregamento de mangas no Porto de Natal e com destino à Holanda.na tarde desta segunda-feira (13). A operação foi confirmada pela assessoria da Polícia Federal durante a noite enquanto a Codern divulgou nota oficial sobre o acontecimento.

Em nota oficial da Polícia Federal foi comunicado que “a PF em conjunto com a Receita Federal realizou na tarde desta segunda-feira (13) uma nova apreensão de cocaína no Porto de Natal. Cerca de 1.038 quilos foram encontrados em meio a um carregamento de mangas que seguiria para a Holanda. A descoberta dos 951 tabletes da droga se deu em decorrência de uma análise de situações suspeitas naquele terminal portuário onde a fiscalização vem sendo intensificada nos últimos meses”.

A CODERN, por sua vez, também emitiu nota oficial sobre o assunto, ressaltando  que a apreensão “demonstra a eficiência da própria Polícia Federal em cooperação com a Codern. Ressalta-se que o entorpecente foi detectado acondicionado no contêiner, levando a crer que não foi inserido dentro da área portuária”, afirma a direção da Codern.

Além da PF, prossegue a nota, a Codern “facilita a operação integrada com a Receita Federal, Anvisa, Capitania dos Portos e Ministério da Agricultura”. O documento também destaca que “entre os focos da diretoria da Codern, está uma série de aprimoramentos na segurança de forma a recuperar a certificação do Código Internacional para Proteção de Navios e Instalações Portuárias (ISPS CODE) e obtenção de um escâner” de contêiner.

Somente em 2019 foram registradas três apreensões de drogas no terminal marítimo, em Natal. As primeiras aconteceram em fevereiro, quando, em dois dias, 3,3 toneladas do entorpecente foram encontradas junto a frutas que seguiam para a Europa.

Essas apreensões trouxeram prejuízos à Codern, única empresa que faz o transporte de cargas de Natal para Roterdã, na Holanda, que suspendeu as atividades locais em março, até que o porto tomasse medidas de segurança. As operações haviam sido reiniciadas em abril.

 

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PF prende suspeitos de integrar quadrilha que assaltava caminhões dos Correios no RN https://www.omossoroense.com.br/pf-prende-suspeitos-de-integrar-quadrilha-que-assaltava-caminhoes-dos-correios-no-rn/ Tue, 20 Nov 2018 11:00:00 +0000 http://www.omossoroense.com.br/?p=46641 A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira, 20, a Operação Express, visando desarticular um grupo criminoso que vinha praticando roubos contra caminhões que transportam encomendas dos Correios no Rio Grande do Norte e outros estados.

Cerca de 40 policiais federais cumprem três mandados judiciais de busca e apreensão e 10 mandados de prisão, na Região Metropolitana de Natal. Também está sendo cumprido um mandado de prisão, na cidade de Brasília/DF. As ordens judiciais foram expedidas pela 2ª Vara da Justiça Federal/RN.

As investigações da PF, cujos dados foram compartilhados e contaram com o apoio da Delegacia de Furtos e Roubos da Polícia Civil do RN, tiveram início há cerca de nove meses e apuram pelo menos onze investidas criminosas praticadas pelo bando, ocasião em que os caminhões foram interceptados sempre se utilizando do mesmo modus operandi, ou seja, desviados para estradas vicinais, onde os motoristas geralmente eram feitos reféns e toda a carga passava a ser saqueada.

Os presos responderão pelos crimes de roubo qualificado, associação criminosa e receptação majorada.

O nome da operação faz referência a uma atividade de entrega de encomendas realizadas pelos Correios

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PF combate grupo criminoso responsável por contrabando de cigarros https://www.omossoroense.com.br/pf-combate-grupo-criminoso-responsavel-por-contrabando-de-cigarros/ Sat, 22 Sep 2018 13:32:45 +0000 http://www.omossoroense.com.br/?p=45150 A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (22) a Operação Nepsis para desarticular organização criminosa especializada no contrabando de cigarros e combater a corrupção policial que facilitava esses crimes nos estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro e Alagoas.

Cerca de 280 policiais federais de diversos estados foram às ruas para cumprir 35 mandados de prisão preventiva, oito mandados de prisão temporária, 12 suspensões de exercício de atividade policial e 43 mandados de busca e apreensão nos cinco estados. Entre os presos, além dos líderes e dos “gerentes” da organização criminosa, encontram-se policiais da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Polícia Militar e da Polícia Civil do Mato Grosso do Sul.

Segundo a PF, a organização criminosa investigada formou um consórcio de grandes contrabandistas, com a criação de uma sofisticada rede de escoamento de cigarros contrabandeados do Paraguai pela fronteira do Mato Grosso do Sul.

De acordo com as investigações, essa rede estava estruturada em um sistema logístico de características empresariais, com a participação de centenas de pessoas exercendo funções de “gerentes, batedores, olheiros e motoristas” e, ainda, a corrupção de policiais cooptados para participar do esquema criminoso.

Com base na investigação, estima-se que, no ano passado, os envolvidos tenham sido responsáveis pelo encaminhamento de ao menos 1,2 mil carretas carregadas com cigarros contrabandeados às regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste.

A Polícia Rodoviária Federal participa da operação, que contou ainda com a colaboração da Receita Federal do Brasil, apoio logístico do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira (FAB) e acompanhamento das corregedorias das polícias Civil e Militar.

De acordo com a PF, Nepsis reporta a um termo grego que significa vigilância interior, estado mental de atenção plena, em uma alusão à vigilância necessária para combater “as sofisticadas atividades contrabandistas e no que concerne à própria atividade de fiscalização estatal no combate à cooptação integrantes de órgãos de repressão e fiscalização”.

Agência Brasil
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Polícia Federal deflagra operação contra pornografia infantil pela internet https://www.omossoroense.com.br/policia-federal-deflagra-operacao-contra-pornografia-infantil-pela-internet/ Thu, 13 Sep 2018 14:52:44 +0000 http://www.omossoroense.com.br/?p=44962 A Polícia Federal (PF) está cumprindo hoje (13) seis mandados de busca e apreensão na cidade de São Paulo, como parte da quinta fase da Operação Proteção Integral para o combate ao abuso sexual infantil e sua divulgação pela internet.

Segundo informações da assessoria de imprensa da PF, até o momento foram presos dois homens em flagrante por terem arquivos contendo imagens pornográficas com crianças e adolescentes.

A Operação Proteção Integral, explica a PF,  é um trabalho permanente, realizado por policiais federais que usam técnicas próprias de monitoramento e investigação no ambiente cibernético, para rastrear e responsabilizar os responsáveis por atividades de compartilhamento, armazenamento e produção de arquivos contendo imagens de pornografia infantil.

Os investigados responderão pelo crime de publicação de imagens de pornografia infantil, previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente, com penas de três a seis anos de prisão.

 

Agência Brasil
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Polícia Federal prende estrangeiro procurado pela Interpol no RN https://www.omossoroense.com.br/policia-federal-prende-estrangeiro-procurado-pela-interpol-no-rn/ Fri, 24 Aug 2018 14:16:29 +0000 http://www.omossoroense.com.br/?p=44474 Espanhol de 41 anos de idade procurado pela Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal) é preso pela Polícia Federal dentro de um hotel em Ponta Negra, Zona sul de Natal, na manhã da ultima quinta-feira (23).

A ação se deu no cumprimento de um mandado de prisão preventiva expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A extradição foi requerida pelo governo do Peru, onde o preso é acusado do crime de estelionato na cidade de Trujillo, cometido no ano de 2009.

O extraditando foi submetido a exame de corpo de delito no ITEP e se encontra custodiado na sede da Polícia Federal, à disposição do STF.

Somente para fins de extradição, a PF prendeu nos últimos cinco anos, no Rio Grande do Norte, um total de sete estrangeiros que eram procurados pela Interpol.

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