É tanto que foi justamente na sua residência que surgiu uma troça que hoje representa o lado irreverente do Carnaval local.
No começo, contam os principiantes da brincadeira, era uma verdadeira "bagaceira do papangu", mas logo os brincantes denominaram de "Papangu do Amaral", numa referência à família Amaral, que iniciou a brincadeira na famosa "esquina de Virgílio".
O bloco carnavalesco sai às ruas da cidade no sábado de "Zé Pereira", a partir das 16h.
O ponto de partida é a casa de "Maria de Virgílio", na Travessa dos Calafates. Graças à sua irreverência e animação, o "Papangu do Amaral" constitui um diferencial na folia de Momo e a cada ano conquista novos simpatizantes.
Troça com origem familiar cresce a cada ano
De acordo com a engenheira civil Carine Amaral, uma das responsáveis pelas troça, o nome "Papangu do Amaral" resume tudo, pois quem brinca no bloco é um verdadeiro papangu. "As máscaras e as transformações dos integrantes são o atrativo do bloco", diz.
Os Amarais contam que no início eram apenas membros da família e alguns amigos fantasiados, brincando o Carnaval de maneira descontraída.
Mas com o passar dos anos e a própria evolução do Carnaval de Areia Branca, o bloco também cresceu e se tornou mais uma opção para os areia-branquenses e visitantes nessa maratona de folia.
A engenheira Carine Amaral não esconde a satisfação de brincar no bloco "Papangu do Amaral", que, segundo ela, esbanja irreverência e tem deixado o Carnaval de Areia Branca mais animado.
"O importante é que o bloco é mais uma opção para quem gosta de brincar um autêntico Carnaval, onde a regra é extravasar a alegria", reforça.
E neste ano os integrantes do bloco e da família Amaral têm motivos de sobra para comemorar. A matriarca do bloco, "Maria de Virgílio", será a homenageada neste Carnaval.





















