terça-feira , 21 de maio de 2019
Home / Opinião / NOTÁVEIS FIGURAS DO RIO GRANDE DO NORTE – Wilson Brzerra

NOTÁVEIS FIGURAS DO RIO GRANDE DO NORTE – Wilson Brzerra

É prova inconteste que a história não é invencionice. Ela é legitimamente construída, consolidada pela participação do ser humano na sociedade, suas ações são de fato o instrumento edificador dos acontecimentos que a constituem.

Em Natal, nossa capital, anos passados o diretor Abimael Silva manteve o opúsculo “O Cascudinho”, com a participação do editor Carlos de Souza, tendo como colaboradores Herverton Rocha Carlos Lira, Alexandre Gurgel, trouxeram a lume acontecimentos relacionados com figuras atuantes no mundo político nacional, em especial na região nordeste potiguar.

Assim circulou O Cascudinho apontando como primeiro ministro de estado o caicoense Amaro Cavalcante, Ministro da Justiça no ano de 1897, primeiro pintor natalense Joaquim Fabrício Gomes de Souza, 1889. Primeiro escultor de São José de Mipibu em 1919, primeiro bacharel formado pela Universidade de Paris Francisco Gomes da Silva, 1862, de Natal; primeiro vigário colado em Natal Padre Bartolomeu da Rocha Fagundes, em 1813; primeiro diplomata caicoense com missão no Paraguai foi Amaro Cavalcante; orador do jornal Diário do Rio Grande do Norte, Elias Couto, em 1895, que era da cidade do Assu; primeiro general de brigada Antônio Fernandes Dantas, em 1938, era de Caicó; primeiro aeronauta Augusto Severo, com o dirigível “Bartolomeu de Gusmão”, em 1894, no Realengo, Rio e janeiro, era e Macaíba; primeiro Barão do Império Manoel Varela do Nascimento, em 1874; primeiro chefe de polícia Francisco Machado do Rego Barros, em 1834, era natalense; primeiro diretor de instrução pública, padre Antônio Xavier Garcia, em 1834 era de Natal; primeiro historiador Manoel Ferreira Nobre, em 1877, também era natalense; primeiro romancista Luiz Carlos Lins Wanderley, era do Vale do Assú; o primeiro comandante de polícia Matias Carlos de Vasconcelos Monteiro, em 1838, era de Vila flor, primeiro ministro do Tribunal de Contas, Joaquim Alonso Moreira, em 1897, era de Natal.

É perfeitamente percebível que de várias cidades e recantos do estado muitas figuras se destacaram, dando prova inconteste de que a história se formaliza através da participação de elemento da comunidade, cada um com quinhão formando um todo histórico.

Ademais, tivemos a preocupação de fazer esse registro extraído do arquivo de Raibrito para justamente demostrar os recursos humanos que existiram no passado, claro, com perspectiva de no futuro surgirem outros valores.