quarta-feira , 22 de novembro de 2017
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Ulisses Liberato de Alencar: Ovelha desgarrada da “elite branca” do algodão – continuação

Ulisses se tornou mais um cavaleiro nômade vestindo a couraça dos guerreiros sertanejos. Empunhou o rifle, amolou a faca que um dia seu pai abriu caminho na caatinga conduzindo tropas de burros, e formou seu bando com a matéria-prima inesgotável na região. Onde há miséria e perseguição não faltará quem viva à margem da sociedade alardeando a revolta aos quatro cantos.
Suas ações, rápidas e precisas, valeram-lhe fama e respeito de outros grupos bandoleiros. Em considerável parcela da região semi-árida de quatro Estados nordestinos seu nome granjeou notoriedade fabulosa. Boa parte da Paraíba, do Rio Grande do Norte, do Ceará e de Pernambuco registrou as ações espetaculares de Ulisses Liberato de Alencar.

A definição de um dos valhacoutos da fera sertaneja na localidade do Barro, Estado do Ceará, feudo inconteste do todo poderoso “Major” José Ignácio de Sousa, determinou a aproximação do cangaceiro com outro proeminente membro da oligarquia sertanejo, não menos afortunado que Ulisses. Atendia pelo nome de Sebastião Pereira e Silva, o célebre “Sinhô Pereira”. Junto com o primo Luiz Padre moviam luta sem quartel na secular guerra interfamiliar envolvendo sua família e a dos Carvalhos.

O “Major” José Ignácio era um dedicado coiteiro, considerado o maior de todos. Amigo dos alencares, principalmente de Argemiro, agente econômico na comercialização das famosas rapaduras dos engenhos do velho caudilho cearense no sertão da Paraíba.

Já cangaceiro profissional, Ulisses resolveu se casar com uma sertaneja de nome Santina. Corria o ano de 1918. As perseguições ininterruptas passaram a atingir além do “Estrelo”, nas localidades onde residam os parentes de sua esposa. Torturas e sevícias eram os métodos mais utilizados pelas forças volantes a fim de obter informações sobre o paradeiro do bandido.

O cangaceiro só podia amar com satisfação o cheiro da caatinga molhada depois das chuvas que põem fim às secas, o xiquexique trespassado de espinhos e as colinas sertanejas, seus esconderijos mais usuais. Além disso, apenas a confiança em suas armas e a frieza dos seus punhais. O casamento era uma instituição social que não podia ser desfrutado plenamente pelos bandoleiros das caatingas.

No Barro Ulisses firmou sólida amizade com o vingador do sertão do Pajeú, passando de chefe de grupo independente a de subgrupo do bando de Sinhô Pereira. Neste ensejo estendeu sua luta a Pernambuco. No mesmo ano que se casou houve uma verdadeira devassa no território controlado pelo velho “Major” José Ignácio. Acossado por volantes cearenses, o famoso coiteiro deixou o nordeste em companhia de Luiz Padre, homiziando-se no Estado do Goiás, onde foi assassinado na localidade de São José do Duro (hoje Estado do Tocantins).

Em 1919, unindo forças com o grupo de Sinhô Pereira, destroçaram volantes aquarteladas na vila de São Francisco de Villa Bella (hoje Serra talhada, Estado de Pernambuco).

Nas batalhas travadas Ulisses teve por companheiros todos os maiorais do banditismo rural que infestava o nordeste, destacando-se entre estes, além do comandante já citado, àquele que se tornou o “rei de todos os cangaceiros”: Virgulino Ferreira da Silva, vulgo Lampião.

O ataque à vila de São Francisco repercutiu negativamente, pois a perseguição recrudesceu de forma impressionante. Antigos aliados do “Major” José Ignácio que ainda lhe dava proteção no Estado do Ceará garantiam-lhe ainda relativa segurança.

Em Cantinho do Feijão (hoje Santa Helena, Estado da Paraíba), uma pequena localidade situada no alto oeste paraibano, fronteira com o Estado do Ceará, Ulisses firmou base estratégica.

Para tanto, contou com a proteção forçada de um parente relativamente abastado para a época, residente nesta localidade. Chamava-se Alfredo Cardoso D’Arão, homem muito respeitado no lugarejo fundado por Raimundo Luiz, pai do cordelista Raimundo Santa Helena. Mais tarde, no ano de 1927, o fundador, que na ocasião ocupava o cargo de subdelegado da localidade, foi morto num ataque fulminante do bando de Lampião, quando do deslocamento em direção ao Estado do Rio Grande do Norte, objetivando atacar Mossoró.

Usando a propriedade do parente como base avançada, Ulisses desferia ataques violentos às fazendas vizinhas, bem como às localizadas no Estado do Ceará, exigindo tributos dos desditados fazendeiros. Aqueles que o desafiasse enfrentaria sua vingança terrível. Ulisses não era de brincadeira, assim como seu bando sinistro.

O casamento de Argemiro Liberato de Alencar com Dona Maria Mafalda de Alencar aproximou Ulisses do Estado do Rio Grande do Norte. Nesse ensejo, estabeleceu seu ponto estratégico na fazenda Jordão.

No dia 11 de setembro de 1922, o fim do apogeu da era Ulisses no sertão de quatro Estados foi selado definitivamente. Encontrava-se em missão de observação na localidade Alagoinha de Lavras da Mangabeira (Estado do Ceará) quando foi preso. Encontrava-se sem o bando. Para não chamar atenção havia preferido agir sozinho na missão que fora a última.

Recambiado à cadeia da cidade do Crato (Estado do Ceará), foi minuciosamente inquirido. A transferência do bandoleiro, para a cidade de Pombal, foi requisitada a fim de que ele respondesse inúmeros inquéritos.

No entanto, o real sentido da transferência era dar prosseguimento à “queima de arquivo” que havia sido planejada pelos poderosos caudilhos que o haviam envolvido na vida de crimes.

No mês de setembro do ano de 1923 foi sumariamente fuzilado. Junto com Ulisses morreram dois companheiros de escaramuças que também se encontravam presos. Com Chá Preto e Polvrinha fez a última viagem, sem retorno, pois quem comandava a escolta policial era um dileto soldado-jagunço a serviço de quem o queria morto. Era o fim da valente ovelha desgarrada que a opulência e a miséria do algodão geraram no sertão do Estado da Paraíba.

BIBLIOGRAFIA

BARRETO, Alício. Solos de Avena. João Pessoa/PB: A Imprensa, s. d.

MELLO, Frederico Pernambucano de. Guerreiros do Sol: O banditismo no Nordeste do Brasil. Recife/PE: Ed. Massangana, 1985.

Entrevistas Pessoais:

CARDOSO, Vicência (Dona Lunguinha). Pombal/PB – 15 a 16 de junho de 1992.

SOUSA, Benigna Lourdes de. João Pessoa/PB – 18 a 31 de maio de 1993.

José Romero Araújo Cardoso
Geógrafo. Professor-adjunto do Departamento de Geografia da Uern. Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente

Caminhos alternativos

“Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho? Para de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor. Para de me pedir perdão. Não há nada a perdoar. Se Eu te fiz… Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio. Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti? Como posso te castigar por seres como és, se fui Eu quem te fiz? Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus pode fazer isso?” – Baruch Spinoza.

Simpatizo e concordo com as palavras de Spinoza, autor acima citado, principalmente quando ele diz: “Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti?”.

Se refletirmos um pouquinho veremos a verdade nesse modo de pensar. Além de criados à sua imagem e semelhança, Ele nos deu a capacidade do livre discernimento, ou seja, o uso do livre- arbítrio. Assim sendo, os rumos por nós tomados, são da nossa inteira responsabilidade. Ele age como um bom pai, que mostra o caminho certo a seguir. Desviar-se dele, depende de cada um.
Para muitos, seguir uma religião representa estar firme em seus propósitos, mesmo que esse propósito compreenda apenas um simples ritual de ir às missas, aos cultos e/ou as reuniões secretas, ou ainda, seguir alguns dos preceitos pregados por esses segmentos.

Será essa a forma correta de conduzir a vida? Ou seja, tecer uma ligação, mesmo que tênue, com um ser ou energia superior que move o universo, será esse elo, suficiente para um perfeito equilíbrio emocional e funcional nos dias atuais?

Não é muito fácil entender o porquê das coisas desse mundo, e muito menos explicá-los, mas é notório que, desde o início dos tempos, o homem tem tentado justificar a sua presença e o seu “Modo Vivendis” nesse plano, buscando para isso o amparo religioso.

Cada qual professando a sua crença (enquanto igreja) procura arrebanhar novos seguidores. Os reinos vislumbrados num outro plano são muitos. Alguns sonham com um mundo de leite e mel; outros, com lugares aprazíveis e paz profunda; outros preferem idealizar lugares específicos, para a devida expiação das nossas falhas aqui vividas, e assim vamos seguindo o nosso ciclo aqui na terra. Uns acreditando num Deus bondoso que acolhe e encaminha para o rumo certo, outros tantos temerosos, diante de um Deus que castiga e abandona no fogo do “Inferno”.

Costumo dizer que todos os caminhos são caminhos, desde que eles nos conduzam a uma vida mais reta, mais justa, mais humana e amorosa!

Se esse caminho é regido por uma energia superior, por vários Deuses ou pelo Deus único, não importa. O que de fato interessa, é que a fé que nos impulsiona a caminhar, nos torne mais fraternos.

Particularmente, gosto de acreditar num “Deus” presente em cada célula do meu corpo, na natureza, seus matizes, sua fauna, sua flora, no ar, que um dia conduziu no meu ser, sua presença em forma de energia com a primeira respiração, no murmúrio das ondas do mar, nos pingos da chuva que cai no telhado; enfim… Gosto de pensar num “Deus” que não me julga, mas que me ajuda a seguir sempre firme e em frente!

Vanda Jacinto
Pedagoga

Filho de Cerveró ferra Delcídio do Amaral

Cai a máscara de mais um político. Bernardo Ceveró, filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, gravou conversa comprometedora do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), líder do governo no Senado. A gravação foi feita por discordar do plano do senador, do advogado Edson Ribeiro e do banqueiro André Esteves. Pelo plano, Cerveró deveria omitir acusações contra Delcídio e Esteves e, depois de firmar acordo de delação premiada, fugiria para a Espanha.

E agora, qual será a estratégia do PT para melar a Operação Lava-Jato visando a absolver os seus corruptos? Só falta o PT levantar a não autenticidade da gravação.

Aqui está um exemplar de político, que denigre a imagem do Parlamento: Delcídio do Amaral. Tira onda de bom moço, mas não passa de um espertalhão, sempre vivendo à custa do Erário. Trata-se de mais um político, que usa a esperteza criminosa de agir em seu proveito e em defesa da quadrilha que protege.

Neste período de governança petista tudo acontece de podre, até um senador da República tem a sua prisão decretada pela Suprema Corte. Uma vergonha!

A gravação da conversa corrupta com Delcidio do Amaral, além de altamente comprometedora, denuncia a forma capciosa como os integrantes do PT agem para minar a operação Lava-Jato. É por isso que as CPIs relacionadas à Lava-Jato geralmente não alcançam o êxito desejado.

A armação preparada por Delcídio do Amaral para livrar a responsabilidade de corruptos do petrolão é tão séria que o ministro do STF, Teori Zavascki, não teve alternativa senão determinar a sua prisão.

O mínimo que se espera do Senado é proceder à imediata cassação de mandato do senador Delcídio do Amaral. É simplesmente lamentável que uma liderança partidária, no Senado, não tenha comportamento republicano de moralidade pública.

Enquanto o povo passa necessidade e anda desempregado, político corrupto como Delcídio do Amaral mama nas tetas do Erário com dinheiro dos contribuintes.

Júlio César Cardoso – Bacharel em Direito e servidor federal aposentado

Mais água, menos guerra

Embora já tenha trazido, há alguns anos, em meus livros, artigos e palestras, exemplos citados pela mídia acerca da tragédia da guerra pela água – lutas sangrentas que se arrastam pelo globo terrestre por séculos -, é válido reproduzir o que disse o professor de Economia Jeffrey Sachs ao jornal The Guardian, em 26 de abril de 2009, e que publiquei em minha recente obra, Jesus, a Dor e a origem de Sua Autoridade.

No texto, intitulado Stemming the water wars (Guerras hídricas), o diretor do Instituto Terra, da Universidade de Columbia, relata: “Muitos conflitos são provocados ou inflamados por escassez de água. Conflitos – do Chade a Darfur, ao Sudão, ao deserto Ogaden, na Etiópia, à Somália e seus piratas, bem como no Iêmen, Iraque, Paquistão e Afeganistão – acontecem em um grande arco de terras áridas onde a escassez de água está provocando colapso de colheitas, morte de rebanhos, extrema pobreza e desespero”.

O conselheiro especial do secretário-geral da ONU para os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio faz grave advertência ao narrar que governos perdem legitimidade perante as populações ao não ser capazes de atender às necessidades mais básicas de sua gente. Ele conta que políticos, diplomatas e generais tratam dessas crises como se fossem problemas comuns no campo administrativo ou militar. No entanto, as medidas de arregimentação de exércitos, organização de facções políticas, de combate a líderes guerreiros locais ou enfrentamento a extremismos religiosos não atingem o resultado de suprir as comunidades com água, alimento e meios de subsistência – que são demandas urgentes -, pois o desafio estrutural não é resolvido. O economista norte-americano ainda avisa: “(…) Os problemas da água não evaporarão por si mesmos. Pelo contrário, se agravarão, a menos que nós, como comunidade mundial, implementemos uma reação.

Uma série de estudos recentes mostra quão frágil é o equilíbrio hídrico para muitas regiões pobres e instáveis do mundo”.

Eis o sério alerta do professor Sachs. É mais que inadiável o empenho conjunto em torno da resolução de problemas como esse, conforme observamos ocorrer agora também no Estado de São Paulo, Brasil. A água é um bem básico, sem o qual não pode existir vida. A sua justa distribuição precisa estar acima de interesses políticos, religiosos, econômicos e militares. Só uma mobilização internacional pode pôr fim ao drama vivido pelos nossos Irmãos em humanidade e, daqui a pouco, por nós próprios, em grande extensão.

Convém contritamente pedirmos a intuição de Deus, do Cristo e do Espírito Santo na tomada de decisões a fim de que, com maior eficácia, encaminhemos providências corretas, de modo que alcancemos bom desfecho para tão grave problema, que assola multidões. Com muito acerto, o saudoso fundador da Legião da Boa Vontade, Alziro Zarur (1914-1979), ensinou que “o segredo do governo dos povos é unir a Humanidade da Terra à Humanidade do Céu [Espiritual Elevado]”. Isto é, precisamos ouvir os componentes do Mundo (ainda) Invisível, por meio da prece, da invocação direta, da meditação ou da intuição, para ganharmos força e serenidade.

José de Paiva Netto – Jornalista, radialista e escritor

Soluções já para viabilizar o futuro!

É muito importante que o governo, em especial a equipe econômica, os parlamentares, as lideranças empresariais e laborais avaliem e debatam o documento “Ponte para o futuro”, no qual são feitas propostas para a superação da crise nacional e retomada do crescimento. As sugestões, embora possam ser aperfeiçoadas, parecem atender a parcela expressiva dos anseios daqueles envolvidos e determinados em retomar a rota de crescimento e desenvolvimento do País. Sem isso nao será possível preservar as conquistas obtidas nos últimos 20 anos e, o que é pior, assistiremos a um grande retrocesso nas evoluçoes que tivemos. Assim, as proposições devem transcender ao universo partidário, sendo entendidas como base para a discussão e concepção de um projeto consistente para o Brasil.

O primeiro aspecto do documento a ser considerado é o reconhecimento de que o desajuste fiscal atingiu um ponto crítico. Para solucioná-lo, sem se recorrer novamente a aumentos de impostos – pois a sociedade não suporta mais carga tributária —, a sugestão é lúcida: devem ser eleitas prioridades, conforme os recursos disponíveis e as necessidades, corrigindo-se a cada ano os eventuais erros. Para isso, obviamente, precisam ser discutidas e revistas as vinculações constitucionais, pois as mesmas nao necessariamente se traduzem em melhores serviços e atendimento à populaçao, haja vista que saúde e educaçao , por exemplo , estao sempre entre as principias reclamaçoes da sociedade quanto à qualidade do que é lhe é oferecido. Isso pressupõe, a meu ver, a melhoria da gestão, de modo que os serviços nas duas fundamentais áreas atendam às necessidades da população de modo adequado. Hoje, gasta-se muito e mal. Nao se trata de cortar de maneira aleatória orçamentos em áreas tao carentes e sensíveis, mas sim de analisar profundamente os investimentos e verificar se estao realmente trazendo o retorno adequado. A realidade mostra que nao, mas invariavelemte, a única soluçao apresentada é a de obtençao de mais verbas e mais engessamento do orçamento, sem avaliaçoes mais profundas de tendencias futuras.

Quanto ao déficit previdenciário, o documento defende idade para aposentadoria de 65 anos para os homens e 60 anos, mulheres, bem como a desindexação dos benefícios em relação ao salário mínimo. Obviamente, essa questão é delicada e deve envolver discussão mais ampla, inclusive com as classes laborais. Porém, algo precisa ser feito, pois não podemos continuar gerando prejuízos anuais nessa área, sob pena de um colapso irreversível, que comprometerá as geraçoes futuras. Aliás, esta é uma questao mundial e até mesmo países avançados da Europa, continente conhecido por ter redes importantes de proteçao social, estao revendo suas regras previdenciárias.

A proposta também questiona os juros altos, com o que concordam plenamente os setores produtivos. De fato, a taxa real elevada, hoje a maior do mundo, não tem surtido o efeito que dela se espera, ou seja, o controle da inflação, que disparou, e, ao mesmo tempo, tem sido uma das causas da recessão. Nao é sustentável o pagamento de mais de R$ 500 bilhoes em juros para o financiamento da dívida pública. Aliás, os juros reais elevados mostram um desequilibrio mais amplo na macroeconomia, envolvendo a questao fiscal em primeiro plano. O fato real, porém, é que, apesar dos exageros atuais, os juros refletem desequilíbrios mais profundos e nao será com voluntarismo que teremos taxas civilizadas que criem condiçoes para que os investimentos voltem a acontecer.

Ponto importante do documento refere-se à redução do tamanho do Estado, cujo custeio tornou-se insuportável para a sociedade. Assim, conforme o texto, o crescimento econômico deve ser impulsionado com participação mais efetiva do setor privado na construção e na infraestrutura, sem intervenções governamentais que distorçam os incentivos do mercado. Eu acrescentaria outro ganho expressivo, que seria a melhoria da produtividade em numerosos serviços, hoje emperrados pela burocracia excessiva, marcos regulatórios confusos e muita insegurança jurídica.

Outro diagnóstico muito lúcido das propostas é o de que se esgotaram como motores do crescimento os ganhos elevados do boom das commodities via setor externo e a expansão do consumo das famílias, alimentado pelo aumento da renda pessoal e da oferta de crédito. Portanto, um novo ciclo de expansão do PIB somente será possível com ganhos de competitividade e produtividade na indústria e nos serviços , tanto visando às exportações, quanto para aumentar o atendimento à demanda interna com produçao nacional, além, é claro, da retomada dos investimentos em infraestrutura. Quanto ao agronegócio, entendemos que este manterá e ampliará sua capacidade de atender à demanda local e internacional.

Sem partidarismos e com uma visão mais ampla sobre a premência de se superar a crise e recolocar o Brasil no rumo do desenvolvimento, o documento precisa de urgente deliberação e discussao, para que suas propostas possam ser ajustadas e executadas em termos práticos. Para isso, porém, será necessário um entendimento nacional de que o País nao pode ficar à mercê da política menor . Se nao atuarmos de maneira consensada, o ajuste dar-se-á da modo ainda mais cruel, ou seja, mais recessao, desemprego e inflaçao.

temas, que pareciam superados, voltaram ao debate nacional. Precisamos solucioná-los rapidamente, para podermos tratar do que interessa à sociedade, que é mais investimentos em infraestrutura, educaçao, produtividade, competitividade e geraçao de riquezas. O Brasil é viável, mas outros países também com elevado potencial estagnaram ao nao se reencontrarem com a rota do desenvolvimento e da melhoria da qualidade de vida de suas populaçoes.

Fernando Valente Pimentel é diretor-superintendente da
Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit)

A Medalha Milagrosa e as graças sobre a humanidade

Em 27 de novembro de 1830, Nossa Senhora apareceu a Catarina Laboure, com braços estendidos e dedos ornados por anéis que irradiavam luz. Estava rodeada pela frase “Oh Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”. Maria ainda disse a Catarina: “Faz cunhar uma medalha onde apareça minha imagem como a vês agora. Todos os que a usarem receberão grandes graças”. Catarina perguntou por que alguns anéis não irradiavam luz, e soube que era pelas graças que não eram pedidas.

Quase dois anos depois, foram cunhadas duas mil medalhas e, desde então, a devoção se espalhou pelo mundo e não parou de crescer.

A aparição de Nossa Senhora a Catarina vem nos chamar a atenção para o esfriamento dos corações dos homens em relação a Deus. O ser humano tem deixado de amar e de confiar no Seu poder, e a medalha milagrosa é um grande meio que o Céu nos dá para que nos voltemos para o Senhor, para Seu amor e Sua bondade infinita.

Deus quer que peçamos grandes graças, não só para que aconteçam em situações corriqueiras, mas nos momentos de grandes tribulações. Precisamos pedir pelas famílias, pelo bem da humanidade, por leis a favor da vida, pelo nosso país. Supliquemos que o Senhor intervenha nas tragédias que estão acontecendo e peçamos pela paz no mundo, Pelos milagres, pelos impossíveis.
Além das promessas àqueles que usarem a Medalha milagrosa, na Canção Nova, aprendemos com Monsenhor Jonas a ?plantar? a medalhinha – literalmente lançá-la -, como uma semente que gerará o milagre.

Foi assim ?nos inícios? da comunidade! Monsenhor Jonas tinha o desejo de adquirir o terreno onde hoje é a sede da Canção Nova. Algo impossível na época. Então ele veio ao terreno e jogou a medalha de Nossa Senhora das Graças, confiando nos desígnios de Deus. Tempo depois, o proprietário do terreno ofertou-o à Canção Nova, parcelando o pagamento, porque sentiu que não devia vendê-lo a mais ninguém. E mesmo sem ter total condição, o sacerdote deu este passo na fé. O dinheiro veio chegando conforme os pagamentos iam vencendo.

Portanto, o Criador em Sua infinita Sabedoria, quis colocar Nossa Senhora entre nós e Sua bondade. Ela é medianeira.

Acredite! A medalha milagrosa tem poder!

Sandro Arquejada é missionário da Comunidade Canção Nova 

40% dos consumidores irão antecipar suas compras de Natal no Black Friday; prepara-se para vender e, também, entregar

O Black Friday é o dia de maior venda do varejo eletrônico brasileiro. O evento é muito aguardado pelos consumidores, que sempre destinam parte de suas economias para aproveitar-se das ofertas e oportunidades que aparecem na data. Além disso, de acordo com a consultoria Conversion, em 2015, 40% dos consumidores já devem antecipar as compras de Natal com as oportunidades geradas pelo evento do dia 27 de novembro, que já está cravado no calendário oficial do comércio eletrônico.

Como toda situação em que há pico de demanda, há uma grande necessidade para toda a cadeia varejista – online e offline -, se planejar e organizar para atender consumidor. A organização deste planejamento deve considerar os seguintes pontos:

Aumento da disponibilidade de produtos: ter os produtos disponíveis nas quantidades necessárias é importantíssimo para que a loja consiga efetivar todas as vendas, focando principalmente nos produtos mais desejados. Isso acontece, em média, com dois meses de antecedência ao dia do Black Friday. O objetivo é dispor do maior portfólio possível para oferecer ao consumidor;

Aumento da capacidade de recepção dos pedidos: o site e os sistemas, ferramentas que são utilizadas para concretizar uma venda, não podem falhar. Para evitar isso, as estruturas que suportam esses sistemas devem ser aumentadas, permitindo que 100% dos pedidos sejam processados e executados.

Aumento na capacidade de processamento dos pedidos no armazém: com o objetivo de minimizar ao máximo os prazos de entrega originais dos pedidos, uma estrutura extra deve ser montada para atendimento dos processos de separação, faturamento, embalagem e expedição. Uma equipe extra temporária, somada a mudanças nos processos permitem mais que dobrar a capacidade de processamento.

Alinhamento nos prazos de atendimento da distribuição: há um grande gargalo no processo de distribuição dos pedidos gerados pelo Black Friday. As empresas que fazem a entrega não conseguem absorver totalmente esse volume adicional e, em função disso, a proximidade deles é importante para evitar a frustração do consumidor. Os prazos de entrega por região precisam ser ajustados;

Readequação da estrutura de atendimento ao consumidor: junto a este aumento de volume de vendas acontece, paralelamente, o aumento do número de contatos dos consumidores. Por isso, prometer um prazo de atendimento factível e alertá-los, em caso de possível atraso, são fatores importantes para dar tranquilidade a quem realizou a compra.

Luiz Vergueiro é diretor de Logística da Infracommerce, empresa especializada em soluções para o comércio eletrônico

Alta performance: uma realidade próxima a você

Cada vez mais no Brasil, a Programação Neurolinguística torna-se uma alternativa importante quando pensamos em desenvolver talentos, treinar, construir um plano de carreira com sustentação, liderança e programas de desenvolvimento como o coaching.

No Brasil, fomos a primeira consultoria a utilizar a PNL, Programação Neurolinguística Corporativa, na adequação para um contexto com indicadores do antes e do depois. Essa, sempre foi a nossa meta.

A PNL como uma metodologia para uma alta performance é uma grande facilitadora, por motivos que vão além da imagem que ganhou no Brasil na década de 80 de autoajuda ou focada em um contexto psicoterápico.

Essa metodologia é de grande valia para todos os processos que envolvem “ gente” e que se deseja um resultado eficaz, afinal estamos movimentando, por meio desta ferramenta, os padrões mentais, emocionais e sociais.

Falar que a PNL é um manual da mente é restringir a capacidade de atuação que possui. A técnica vai além de um manual. Trata-se de uma metodologia irá permite ter acesso as programações da minha vida e como estabelecer formas simples de transformar as programações ou “ hábitos” que me limitam.

A PNL tem uma abordagem sistêmica, que significa considerar os seus sentidos: visão, audição, paladar, olfato, tato, sentimentos, emoções e crenças que formam os padrões mentais, físicos, emocionais, sentimentais e jeito que nos colocamos e absorvemos o mundo.

Esse pacote que consideramos ser a nossa identidade é um conjunto de padrões aprendidos e vastamente repetidos, que ao longo de 21 vezes praticado dá a ilusão de ser “nossa forma de ser”. Isso mesmo, o nosso cérebro, ao reproduzir um comportamento ou atitude, depois de uma sequência de 21 vezes, acredita ser uma pessoa que tem aquele comportamento.

Consideramos então que a crença de que “somos assim” é uma ilusão por saber que temos um potencial ilimitado e que podemos mudar o que desejarmos, desde que haja um objetivo claro, definido e especificado.

A PNL corporativa solicita que a definição do objetivo tenha uma dedicação especial para realizar essa etapa, que fará toda a diferença no processo escolhido, que pode ser um programa de transformação de cultura corporativa, um programa de desenvolvimento de liderança, comunicação, negociação, como falar em público, projetos de sucessão ou projetos de preparação de jovens talentos.

Dentro da PNL Corporativa temos inúmeras opções de acessar os padrões de inteligência emocional, social e criatividade, considerando que todo a metodologia é pautada em estudo de modelos de excelência.

A origem da PNL, ou Programação Neurolinguística, foi mapear os padrões de excelência para depois torná-los acessíveis e praticáveis para outras pessoas em outros países com diferentes culturas.

Naturalmente, temos muitas evoluções no Brasil. Desde 1974 quando a primeira ação formal de PNL foi realizada na Universidade de Santa Cruz na Califórnia, temos muitas evoluções e muita eficácia com modelos aplicados em empresas no Brasil e que respeitem nossa cultura que tem diferenças quando comparada ao modelo americano.

Hoje, temos programas de Coaching como o Coaching Eficaz com PNL que prioriza a singularidade de cada organização e do profissional para que o programa apresente valiosos resultados que são mensurados no início e no final do programa, e que temos hoje uma evolução que gira em torno de 80%.

Existem muitas vantagens em ter uma metodologia como a PNL corporativa favorecendo o desenvolvimento dos talentos. Uma delas é utilizar o método e ter acesso aos seus próprios modelos de alta performance e poder reproduzir esse modelo dentro da própria empresa, respeitando a sua cultura e os seus objetivos de curto, médio e longo prazos.

Quando implantamos ações e processos de desenvolvimento utilizando a PNL corporativa, percebemos que os profissionais fazem um caminho de visitarem também seus valores pessoais, suas metas e o seu compromisso com a empresa, o que é de grande valor, resultando em talentos mais aderentes e felizes com sua escolha.

A PNL corporativa acessa a responsabilidade em cada profissional que terá acesso as ferramentas e estratégias de como torna-se o agente de sua própria trajetória com uma metodologia que favorece isso.

Muitas vezes, o RH e a empresa desejam profissionais com maior autonomia e comprometimento. Porém, para que isso ocorra é importante ter uma estratégia e um processo de educação corporativa, para que o processo ocorra com desenvoltura.

Um modelo para eficácia na PNL Corporativa para ter o melhor resultado:

1. Saiba o que quer, diga mais vezes o que quer e prepare seus projetos e metas da mesma forma!
2. A melhor meta depende de você o que está em suas mãos, quando envolve outras áreas e pessoas, façam acordos de responsabilidade transparentes e com o foco no que se quer.
3. Toda meta é mensurável para ser objetiva e eficaz. Tanto para quem desenvolve como para quem observa.
4. Meta saudável tem datas, prazos e acompanhamento dos mesmos!
5. Uma meta influência outras ações, comportamentos e contexto, desenvolver a visão sistêmica da sua influência torna o processo sustentável.
6. A meta que faz os olhos brilharem para chegar ao resultado é um quesito relevante e gera um comprometimento satisfatório.
7. Visão e resiliência, saber modificar algum passo é uma qualidade das pessoas que obtém sucesso, então o melhor é utilizar essa atitude.

Celebrar suas conquistas é também algo valioso quando uma empresa utiliza a PNL Corporativa. O reconhecimento estimula a próxima etapa e estamos em um momento que ter alta performance em cada etapa faz toda a diferença.

Márcia Dolores Resende – criadora do método engenharia da Felicidade

Black Friday deve crescer acima de 10% em 2015, mesmo com um ano difícil para a economia. E sua loja, está preparada para entregar?

Mesmo com o cenário de incerteza econômica e a sensível tendência de desaceleração do consumo, a Black Friday 2015 deverá ter um aumento de mais de 10% de faturamento em relação a 2014, de acordo com a Busca Descontos, empresa organizadora do evento. Nesta edição, a previsão é de um faturamento de, aproximadamente, R$ 978 milhões ante a R$ 872 milhões, em 2014. Já no ano passado, a Black Friday alcançou um faturamento quase 50% superior ao alcançado no ano anterior. Ou seja, a data só tem crescido e ganhado mais importância no calendário oficial do varejo.

Além disso, o ecossistema do e-commerce como um todo já cresceu mais de 80x desde 2001, de acordo com Vivianne Vilella, Diretora Executiva do E-commerce Brasil. O grande número de novas lojas, em especial em 2015, deve-se à entrada de marcas que passaram a acreditar nas vendas online como alternativa às oito quedas mensais seguidas do varejo físico neste ano, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE. E, claro, ninguém vai querer ficar de fora da oportunidade de vender mais com o apelo da Black Friday.

Neste contexto, a dúvida que fica é se o comércio eletrônico brasileiro – desde o pequeno até o grande player – a esta altura, já se estruturou para a demanda que terá em um período tão concentrado (o Black Friday já deixou de ser apenas uma sexta-feira e agora toma cerca de 8 dias). As lojas devem estar cientes de que, para aproveitar ao máximo a oportunidade, irão precisar testar sua capacidade de vendas e, claro, de entregas.

Para aproveitar o pouco tempo hábil que as lojas ainda têm, elenquei alguns pontos aos quais recomendo ter foco. Internamente, a empresa precisa garantir sua capacidade de processamento e despacho de pedidos em um prazo razoável. É normal utilizar horas extras, dobrar turnos ou mesmo contratar temporários para reforçar áreas de picking, packing e expedição. Estoques também podem ser reorganizados para facilitar a vazão de produtos que são as apostas da promoção.

Ainda assim, a principal fonte de problemas é externa, onde o nível de controle cai drasticamente. O desafio é garantir que as transportadoras entreguem no prazo acordado, mantendo sua qualidade, sem danos a produtos, extravios etc. Para isso, é crucial ter visibilidade do processo – tanto do que é informado pela transportadora (sistemas de rastreamento) quanto do ponto de vista do consumidor (satisfação de compra e feedbacks). E o trabalho não termina com a entrega. Deve-se analisar os resultados observados e aprender com os erros e acertos, não só para a preparação para o próximo pico – o Natal, por exemplo -, mas, inclusive, para negociações futuras com as transportadoras.

Gabriel Drummond
Cofundador da Intelipost, plataforma de tecnologia para a gestão e otimização de fretes fracionados

Qual é o seu diferencial?

É  praticamente unânime a percepção das pessoas de que tem algo nelas que não está direito, não está bom. Como se fosse uma parte torta. Pode ser o nariz, a orelha, as pernas, os pés, enfim, cada um tem sua queixa. Uma ou várias. E pode ser bem difícil, em alguns casos, aceitar alguma parte de nosso corpo que não está conforme a mídia dita como modelo ou até mesmo algo de que nós mesmos não gostamos em nós.

Claro que não precisamos gostar de absolutamente tudo. Mas será mesmo que existe alguém totalmente satisfeito com seu próprio corpo? Ou melhor, será mesmo que existe algum corpo completamente perfeito? Para começar, o que é a perfeição, considerando que vivemos repetindo que ela não existe, exceto no Criador?

Será mesmo que faz sentido sofrermos ou nos depreciarmos por conta de algo que não nos parece como deveria ser? Esse julgamento pode render algo de positivo ou criativo? Cada vez mais tenho certeza de que não! E essa reflexão me veio ainda mais clara porque recentemente visitei um ponto turístico muito famoso no mundo inteiro justamente por ser torto. Por não ser certo, direito ou perfeito. Mas é exatamente sua ‘tortice’ que a faz tão encantadora. Trata-se da Torre Pisa, na região da Toscana, na Itália.

O mais interessante é que há quem acredite que a Torre foi construída propositalmente torta, mas o fato é que se trata de um erro. Ela foi construída em um terreno instável e, durante a construção, até tentaram reparar essa instabilidade com algumas medidas de engenharia, mas as tentativas não deram certo e a Torre terminou inclinando ainda mais durante algum tempo.

Hoje, estável, tornou-se cartão-postal da cidade e visitada por milhares de pessoas todos os anos, rendendo lucro para trabalhadores, comerciantes e moradores do local. E a reflexão que me vem é: e se os idealizadores da Torre não tivessem aceitado a sua ‘tortice’ e a tivessem destruído? E se tivessem insistido em construí-la num outro local para que pudesse ser direita, reta? Será que sua fama seria a mesma? Será que os ganhos seriam tantos?

Usando essa mesma reflexão, fiquei me perguntando: quantas coisas em nós mesmos que despendemos tanto esforço para tentar arrumar quando, na verdade, poderiam ser nossos diferenciais? Algumas pessoas até sofrem e se revoltam pelo fato de alguma parte sua não ser igual a dos outros ou por não corresponder ao modelo de reto ou direito, perdendo a chance de enxergar o charme que existe em sua “tortice”.

Mais do que isso, raramente conseguimos perceber que é na instabilidade que amadurecemos e descobrimos mais sobre nós mesmos. É no momento de fazer ajustes e adequações que mais podemos reconhecer nossos talentos e nosso potencial. E isso acontece especialmente no amor.

Quando doemos por causa de um relacionamento que acaba, de um amor não correspondido ou até de uma traição é quando mais podemos nos dar conta do que existe de iluminado e também de escuro em nós. É quando temos mais condições e até disponibilidade de enxergar o que fizemos de ‘certo’ e de ‘torto’ e quanto isso mostra quem a gente é e quem queremos ser. O que temos de diferente e que pode encantar o mundo ao nosso redor.

Minha sugestão é para que você comece a aceitar mais o que existe de ‘torto’ em você. A ideia não é se acomodar ou ser menos do que você pode, mas transformar o torto em beleza, em charme. Para reconhecer a sua singularidade e capacidade de ser feliz sendo você mesmo, sendo do seu jeito. Assim, ser você pode se tornar uma experiência bem mais interessante, leve e gostosa.

Rosana Braga
Consultora de relacionamento do ParPerfeito, psicóloga, palestrante, jornalista e escritora