quinta-feira , 17 de outubro de 2019
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Catadores faturam mais com o Mossoró Cidade Junina

A viabilidade econômica do Mossoró Cidade Junina tem sido comprovada em diversos segmentos do turismo, comércio e também da economia informal. Uma prévia do levantamento realizada pela Prefeitura de Mossoró e pela Universidade Potiguar – UnP, apontou que os catadores de latinhas de alumínio estão conseguindo faturar até R$ 300 reais por noite de trabalho, no Mossoró Cidade Junina.

Na edição desse ano, com a proibição da entrada de coolers e bebidas em garrafas de vidro na Estação das Artes o consumo de bebidas em lata foi a alternativa para o consumidor. Com isso, o material descartado tem servido para incrementar a renda de dezenas de famílias da cidade potiguar. “Em linhas gerais, nós estimamos que temos de 50 a 100 pessoas desenvolvendo essa atividade durante o evento”, avalia o coordenador do projeto de Viabilidade do MCJ e professor de economia e finanças, Josivan Alves.

De acordo com o levantamento, durante o mês de junho o rendimento dos catadores pode variar de R$ 1.100 a R$ 3 mil reais. “Esse é um dado muito relevante, tanto do ponto de vista econômico, quanto social. A pesquisa comprova que o MCJ é uma iniciativa que gera emprego e renda em diversos segmentos de nossa cidade”, avalia Josivan.

Uma prévia da pesquisa aponta que o segmento de recicláveis movimenta um montante de R$ 150 a R$ 200 mil reais durante o Mossoró Cidade Junina. O presidente da Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis de Mossoró (ACRSC), Ronaldo Nunes da Silva, confirma que até o momento a entidade recolheu mais de 1,5 toneladas de recicláveis. “Essa é a melhor época do ano para quem trabalha com coleta”, comenta.

 

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