domingo , 20 de outubro de 2019
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Uma ambulância transportando indígenas feridos passa ao lado de guardas nacionais venezuelanos no caminho de volta à Venezuela, na fronteira entre a Venezuela e o Brasil, em Pacaraima.
Uma ambulância transportando indígenas feridos passa ao lado de guardas nacionais venezuelanos no caminho de volta à Venezuela, na fronteira entre a Venezuela e o Brasil, em Pacaraima.

Barreiras em fronteira da Venezuela são removidas, diz embaixadora

A embaixadora Maria Teresa Belandre, representante do governo do autodeclarado presidente da Venezuela Juan Guaidó, informou em entrevista coletiva em Pacaraima (RR) que foi removida uma barreira na fronteira entre Colômbia e Venezuela, na altura da cidade colombiana de Cúcuta.

“Quatro guardas nacionais usaram blindados e tiraram os contêineres que fechavam as passagens e abriram o espaço”, disse aos jornalistas. Segundo ela, Guaidó tentou convencer os militares para que permitam, de forma pacífica, a entrada da ajuda internacional enviada pelo Brasil, Colômbia, Paraguai, Chile e Estados Unidos.

De acordo com Maria Teresa, Guaidó pediu que as autoridades militares coloquem a mão no coração e pensem que nesses caminhões de ajuda humanitária também estão indo remédios para suas famílias, também estão indo arroz e leite em pó para os seus filhos. “Não estamos pedindo outra coisa senão amenizar a dor dos enfermos”, disse ela. Guaidó esteve ontem à noite em Cúcuta onde acompanhou o show Venezuela Aid Live.

Na mesma entrevista coletiva, o encarregado de negócios da Embaixada dos EUA no Brasil, Willian Poop, afirmou que o regime de Nicolás Maduro “terá que decidir” sobre deixar a ajuda humanitária entrar, mas ele ressaltou que “a crise humanitária foi criada pelo governo Maduro” e que “o mundo está de olho”. Segundo ele, 50 países como o Brasil e os Estados Unidos, já reconheceram a presidência de Juan Gaidó.

Agência Brasil